Futebol - ( - Atualizado )

Mano abençoa troca de Pato por Jadson e cita caprichos do futebol

Marcos Guedes São Paulo (SP)

Mano Menezes falou abertamente sobre a troca de Alexandre Pato por Jadson após a derrota do Corinthians para o Bragantino. O técnico mostrou ter aprovado totalmente a transação com o rival São Paulo, que o livrará do atacante que não rendia no clube do Parque São Jorge e lhe dará uma necessária opção na criação das jogadas.

“Abriu-se a possibilidade, e nós entendemos que, em função das circunstâncias, é algo que pode ser positivo para a gente. A chegada do Jadson dá uma opção de armação da equipe que tínhamos a necessidade e a ideia de fazer. E provavelmente o Pato entendeu que seria positivo para ele. O São Paulo deve ter pensado da mesma forma. É por isso que aconteceu, pela vontade de todas as partes”, afirmou o treinador.

“Não se discute a qualidade de ninguém. As partes entenderam que seria positivo fazer as coisas melhorarem para todos”, acrescentou Mano, recusando-se a esperar a coleta das assinaturas para confirmar a negociação. “Faltam detalhes da parte dos atletas para que tudo esteja acertado na íntegra.”

Gazeta Press
Pato e Jadson já têm novos clubes (fotos: Sergio Barzaghi/Gazeta Press e Fernando Dantas/Gazeta Press)
Ao justificar a aprovação à troca, o técnico recordou as dificuldades enfrentadas por Alexandre Pato em pouco mais de um ano no Corinthians. Foram pagos R$ 40 milhões ao Milan por sua contratação, mas, exceção feita a raros bons momentos – dois deles justamente contra o São Paulo –, o camisa 7 decepcionou.

“A verdade dos fatos é simples. Aconteceu um grande investimento, fora do padrão do futebol brasileiro, e foi criada uma grande expectativa. A produção dentro do campo não atingiu o que se esperava. Não foi bom para o Pato como jogador e não foi bom para o Corinthians como time e clube”, disse Mano.

Nem a chegada do treinador, apontada como a salvação para o atacante, resolveu. “Teve o trabalho anterior com o Tite, e as coisas tomaram o rumo que vocês bem conhecem. Não dei procuração para ninguém dizer que o Pato jogaria mais ou menos comigo. As pessoas fazem conjecturas, depois você precisa explicar as conjecturas feitas por outros. A verdade é que não conseguimos dar outro rumo para a situação”, concluiu o gaúcho.

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