Futebol/Copa Libertadores da América - ( - Atualizado )

Manoel admite erros do Furacão e quer Imperador em campo mais tempo

Do correspondente Luiz Felipe Fagundes Curitiba (PR)

A derrota para o Vélez Sarsfield por 2 a 0, em Buenos Aires, pela segunda rodada do grupo 1 da Libertadores da América, expôs algumas limitações do Atlético Paranaense, que entrou em campo com uma nova formação, com o meio-campo povoado e Ederson isolado no ataque, mas que não foi suficiente para segurar a pressão dos argentinos. Desestabilizado após tomar os gols, o Rubro-Negro também teve falhas na defesa e ainda mexeu com os nervos de sua maior estrela.

Na avaliação do zagueiro Manoel, o Furacão não fez mesmo uma boa apresentação na Argentina e pagou por seus erros em campo. “A gente não jogou bem. Se a gente tivesse jogado bem com certeza teria saído de campo com um resultado melhor. Pecamos muito na bola parada e no final do primeiro tempo vacilamos e tomamos o gol. Agora passou, é pensar na próxima partida”, avaliou.

Mas a imagem que ficou ao final da partida foi a visível irritação do atacante Adriano, que entrou pouco menos de 10 minutos quando o resultado já estava praticamente definido. O defensor atleticano admite que o time esperava pelo Imperador antes em campo, mas respeita a opinião do técnico Miguel Ángel Portugal. “A gente procurava fazer dentro de campo o melhor, gente queria que ele entrasse mais, mas quem manda é o professor. Durante os treinamentos ele sempre fala que está com vontade de entrar e fazer gols”, concluiu.

O Atlético Paranaense volta a campo pela Libertadores no dia 13 de março, quando enfrenta o lanterna Universitario, no Estádio Monumental, no Peru. A partida é considerada chave, pois pode praticamente tira um adversário da disputa e deixa ao Rubro-Negro a chance de definir a vaga em três jogos, sendo dois em Curitiba.

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