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Palmeiras garante que nem cogita facilitar para rivais do Corinthians

William Correia São Paulo (SP)

Gilson Kleina calcula que o Palmeiras, dono da melhor campanha no Campeonato Paulista, garantirá sua classificação com duas vitórias nas seis rodadas que restam na primeira fase. A tranquilidade, contudo, não significa nenhuma facilidade para os dois próximos adversários, Ituano e Botafogo, que lideram a chave do Corinthians.

Tropeços nesta quarta-feira, no Pacaembu, diante do clube de Itu, e no domingo, em Ribeirão Preto, tornarão ainda mais complicada a vida do arquirrival, último colocado do grupo B, para conquistar a vaga nas quartas de final. Mas isso nem é cogitado por ninguém no Verdão, segundo Lúcio.

“De forma alguma. O que passa pela nossa cabeça é ajudar o Palmeiras. Vamos entrar com mesma determinação e empenho pela vitória. Independentemente dos adversários e de qual chave vamos enfrentar, temos que pensar sempre na nossa equipe e na nossa caminhada”, decretou o jogador mais velho do elenco.

Existem histórias recentes de acusações de facilitações para complicar a vida do rival. Em 2009, quando brigava pelo título brasileiro, o Palmeiras viu o Corinthians perder do Flamengo nas rodadas finais e o Rubro-negro foi campeão. Da mesma forma, em, 2010, o Verdão foi derrotado pelo Fluminense, detentor do troféu naquele ano superando o Timão.

Mas a garantia é de que toda a rivalidade do Derby foi deixada no empate de domingo. Lúcio reiterou que nunca usou um palavrão para definir o Corinthians durante o clássico, ao contrário do que disse Gil, que garantiu ter ouvido do veterano a definição “time de m...” e, por isso, precisou até ser contido em meio à discussão com o adversário.

Fernando Dantas/Gazeta Press
Lúcio garante que a rivalidade ficou no Derby de domingo e voltou a negar ofensa ao Corinthians
“Joguei vários clássicos no Brasil, na Europa, pela Seleção, e nunca desrespeitei nenhum clube. Não seria agora que faria isso”, disse Lúcio, reiterando que, na verdade, falou “falta de m...”, contestando a infração que cometeu em Guerrero e que lhe rendeu um cartão amarelo antes do entrevero com Gil.

“Ele estava muito longe de onde aconteceu a falta. Fiquei chateado comigo mesmo e com a falta, até porque a bola já tinha passado, esbarrei com o pé no Guerrero e tomei cartão. Em nenhum momento me referi à equipe dele. Ele pode ter entendido mal, porque não falei o que ele disse que falei, tenho plenas convicções disso”, continuou garantindo o titular da Seleção Brasileira nas três últimas Copas.

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