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Prass vê “falta de paciência” tricolor como trunfo para boa fase de Lúcio

São Paulo (SP)

A passagem de Lúcio pelo São Paulo, marcada por sucessivas más atuações, ainda rende especulações no Palestra Itália. Atual companheiro do defensor, o goleiro Fernando Prass credita o sucesso alcançado pelo zagueiro com a camisa alviverde ao tempo que passou no rival tricolor. Para o arqueiro, o time do Morumbi não teve paciência com o jogador, que precisava se adaptar ao futebol brasileiro após dez anos longe. Sendo assim, o Palmeiras se aproveitou do momento e agora desfruta de um atleta bem mais seguro dento de campo.

“O Lúcio jogou dez anos na Europa e o futebol lá fora é diferente. A mesma dificuldade que os jogadores têm para conseguirem se adaptar ao futebol europeu também é sentida quando alguém volta para o Brasil. Talvez não tiveram essa paciência com ele no São Paulo, o Palmeiras soube se aproveitar disso, usou esse tempo como adaptação e agora ele atravessa boa fase”, disse Fernando Prass em entrevista à Rádio Bandeirantes.

Entre os melhores jogadores do Palmeiras neste início de temporada, o goleiro também falou sobre outros companheiros de defesa. De acordo com Fernando Prass, não foi apenas a torcida palmeirense que se surpreendeu com a rapidez da negociação que selou a transferência de Henrique para o Napoli. O arqueiro revelou que o grupo alviverde estava ciente das propostas para tirar o zagueiro do Palestra Itália, mas não esperava que isso acontecesse de forma tão veloz.

“Nós ouvimos muitas especulações sobre o Henrique, que já vinham há alguns meses, inclusive do Napoli, mas a resolução do negócio foi muito rápida, em questão de dois dias. De repente, ele estava treinando com a agente, não se concentrou no hotel e já estava viajando para a Itália”, revelou Fernando Prass, que não deixou de comentar sobre o desempenho do substituto de Henrique na zaga alviverde.

Criticado logo no início da carreira, Wellington precisou ser emprestado pelo Palmeiras para ganhar experiência em outros clubes. Diante de uma zaga formada por Lúcio e Henrique, o defensor certamente teria poucas chances de ser titular em seu retorno ao Verdão, mas a negociação fez com que o jogador tivesse que provar o seu valor quando menos esperava. “É um garoto de 22 anos, formado na base do Palmeiras, e tem tudo para ter um futuro promissor”, completou o goleiro.

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