Futebol/Campeonato Paulista - ( - Atualizado )

Sem apostar só na admiração de Kleina, Josimar crê em titularidade

William Correia São Paulo (SP)

A admiração de Gilson Kleina por Josimar fez o técnico convencer a diretoria a esquecer o alto salário que ele pediu para disputar a Série B do Brasileiro no ano passado e, enfim, contratá-lo para o centenário. O treinador aponta o volante emprestado pelo Inter como substituto de Márcio Araújo, que não renovou. Mas o reforço não se apega só a isso, embora acredite que será titular.

“Se eu não provar em campo, é tudo em vão. Tenho que me dedicar ao máximo para conquistar a minha vaga no time”, afirmou o novo camisa 15, que, na atual formação, entraria no lugar de Marcelo Oliveira, um dos mais elogiados titulares na temporada, e também disputa posição com Eguren e França.

“É sempre melhor chegar com a equipe bem desse jeito. É mais complicado entrar no time, mas espero conquistar meu espaço sem passar por cima de ninguém. Não dá para chegar atropelando, é com calma. Vou trabalhar, fazer o meu melhor e que seja algo natural. Meu objetivo é jogar no Palmeiras, ter sequência e títulos até o fim do ano”, comentou o jogador, que assinou contrato até 31 de dezembro.

Josimar está bem fisicamente. Participou da pré-temporada do Inter e até atuou em um jogo no Campeonato Gaúcho antes de acertar com o Verdão. Já poderia ser relacionado para a partida contra o Grêmio Osasco Audax, no último fim de semana, e pode estar no banco contra o Corinthians, no domingo. É o que ele deseja.

Djalma Vassão/Gazeta Press
Volante emprestado pelo Inter acredita que fará mais do que sombra a Marcelo Oliveira, França e Eguren
“Agora já estou bem ambientado e pronto para entrar na equipe. É uma alegria chegar para um clássico tão importante, já sinto a semana gostosa, com frio na barriga. Espero estar à disposição”, comentou, definindo-se como alguém decisivo. “Fiz alguns jogos no ano passado como primeiro volante. Tenho saída com bom passe, chego à frente, ajudo os meias e também faço gols.”

É a alegria de um comandado de Kleina que entende a filosofia do treinador: ser reserva não significa estar descartado. Em 2014, Marquinhos Gabriel, França e Mendieta saíram do banco para decidir jogos. “O grupo do Palmeiras é muito forte, competitivo. Você vê nos jogos que quem está saindo do banco está definindo. Se eu não estiver jogando, posso entrar e decidir também”, apostou.

“O Kleina é a mesma pessoa que trabalhou comigo na Ponte. Desde o ano passado, pergunto e só falam bem dele aqui. Estou muito feliz por voltar ao futebol paulista, onde me senti e fui bem. E visto a camisa de um grande clube no ano de seu centenário. Espero ser o mais feliz do mundo e fazer o ano do Palmeiras muito feliz”, declarou.

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