Futebol/Campeonato Paulista - ( - Atualizado )

William Matheus ganha apoio para se fortalecer com erros em Ribeirão

William Correia São Paulo (SP)

Em seu segundo jogo como titular no Palmeiras, William Matheus participou de dois gols na derrota por 3 a 1 para o Botafogo-SP. Mas o substituto de Juninho, poupado em Ribeirão Preto por desgaste muscular, ganha o apoio dos colegas e da comissão técnica para que aproveite uma consequência positiva das falhas no domingo.

“Já fiz jogos muito, muitos piores do que o William ontem e estou aqui, com 33 anos, dando entrevista coletiva no Palmeiras”, sorriu Eguren. “Ele é um grande jogador, uma das grandes contratações do clube. Será importante para o Palmeiras neste ano, com certeza”, prosseguiu o volante.

Gilson Kleina considera natural a superação do camisa 16 por seu estilo. “A confiança passa pela simplicidade do jogo, e ele é um jogador que simplifica, tem a nossa confiança. A torcida pode ficar tranquila porque é um jogador que evoluirá. Tenho certeza de que, se ele tiver de ir para o próximo jogo, fará um grande jogo dentro de casa. Vamos apoiá-lo porque ele é merecedor disso”, disse o técnico.

Em campo, William Matheus perdeu a bola do segundo gol e, cinco minutos depois, a bola bateu em seu braço dentro da área, sendo marcado um pênalti bastante contestado, mas convertido pelo Botafogo. Antes disso, o jogador vindo do Goiás merecia elogios de seu treinador.

Fernando Dantas/Gazeta Press
Lateral esquerdo pode continuar na reserva de Juninho, mas evolução é considerada natural por seu estilo simples
“Ele estava bem na partida, fazendo bem a passagem, sendo servido pelo Valdivia. O ritmo, a sequência e várias trocas no sistema dificultam. Cabe a mim passar confiança, e o William tem o nosso respaldo”, comentou Kleina, que vê no grupo esperança no sucesso do lateral esquerdo.

“É o futebol, e serve para aprender. Hoje ele é mais forte do que ontem. Se você tem personalidade, essas coisas só fortalecem. É fácil quando tudo vai bem e batem palma, mas você fica fraco. Quando as coisas saem erradas, você se fecha um pouco, ganha força do grupo e continua”, ensinou Eguren.

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