Futebol/Copa Libertadores da América - ( - Atualizado )

“Fatalidade” em gol tomado deixa flamenguistas abatidos após derrota

La Paz (Bolívia)

 

O Flamengo tinha a missão de se recuperar nesta quarta-feira e voltar a ficar em situação confortável para buscar a classificação às oitavas de final da Libertadores. O cenário na altitude de La Paz, no entanto, foi bem diferente. Após uma falha de Samir que culminou em um pênalti para o adversário, o time rubro-negro sofreu um gol logo no início, não conseguiu se recuperar e amargou a derrota por 1 a 0. Na saída de campo, não foi possível esconder o desânimo.

Capitão da equipe, Léo Moura havia dito, antes do apito inicial, que a altitude não seria problema. Dentro de campo, no entanto, a história não foi assim. O lateral viu seus companheiros errarem muitos passes, sentirem o cansaço ao longo dos 90 minutos e fazer uma partida abaixo da média. Além disso, Samir ainda falhou feio no lance que proporcionou o pênalti.

Mesmo com a bola nos pés, o zagueiro escorregou dentro da área, foi desarmado e foi obrigado a derrubar o adversário. Sendo assim, restou ao capitão Léo Moura lamentar o ocorrido. “Temos que diminuir a nossa margem de erro. A gente tem errado e tem pagado caro por isso. Esses erros não podem acontecer”, que teve o discurso endossado pelos seus companheiros.

AFP
O capitão Léo Moura lamentou os erros do Flamengo e sabe que a situação ficou bastante complicada após a derrota
Wallace, companheiro de zaga de Samir, descreveu o lance como uma fatalidade e não conseguiu explicar a falta de ração de seus companheiros ao longo do confronto na altitude de La Paz. “A gente acabou tomando gol por uma fatalidade, Agora é trabalhar, corrigir os erros e ter paciência. Tomamos o gol muito cedo, acabou sentindo e não dá para entender”, analisou o defensor.

Cientes das dificuldades que terão nos dois próximos jogos, os atletas do Flamengo já tratam o duelo contra o Emelec, na próxima rodada, no Equador, como uma final de campeonato. “Agora apertou. O próximo jogo da Libertadores tem que ser como uma final para a gente”, disse Paulinho, que entrou no segundo tempo, mas pouco conseguiu ajudar.

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