Futebol/Campeonato Mineiro - ( - Atualizado )

Guilherme aceita jogar como atacante e comenta situação política da Ucrânia

Do correspondente Wanderson Lima Belo Horizonte (MG)

O técnico Paulo Autuori vai escalar força máxima do Atlético-MG na partida contra a Caldense, nesta quarta-feira, no Independência, mas o treinador do Galo terá ao menos um desfalque. O atacante Jô está com a Seleção Brasileira, que enfrenta a África do Sul, por isso, Autuori terá que escolher o substituto.

André seria a escolha natural, mas as boas atuações de Guilherme podem fazer Paulo Autuori escalar o meia-atacante de forma mais avançada, ao lado de Fernandinho. Guilherme garante que não tem problema de jogar como centroavante e deixa a decisão nas mãos do treinador.

“Uma opção, possibilidade boa, sem problema atuar na frente. Estarei à disposição até porque é função que sei fazer, e bem. É só aguardar e ver o que o professor terá para quarta. Ainda não ficou esclarecida a formação que o Paulo usará, mas estou tranquilo, ele vai escolher o melhor de acordo com o adversário, e se optar por mim, estou pronto”, garantiu.

Guilherme chegou ao Atlético-MG vindo do futebol da Ucrânia, país que vive um momento político complicado com a invasão russa da Crimeia. O jogador do Galo torce para que a situação se resolva o mais rápido possível na Ucrânia, que conta com vários atletas brasileiros.

O ex-atleticano Bernard é um dos que vive a instabilidade ucraniana. Guilherme jogou no Dínamo, e revela que funcionários do clube fazem parte dos protestos. “Com certeza, não gostaria de estar nesta situação. Inclusive tem funcionários do próprio Dínamo fazendo parte dos protestos. Torço para que tudo se resolva logo por lá”, comentou.

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