Futebol/Bastidores - ( - Atualizado )

Jadson se sente chamado de ‘chinelinho’, mas respeita Muricy

São Paulo (SP)

Logo depois de perder Jadson para o rival Corinthians, em uma troca que culminou na chegada de Pato ao Morumbi, Muricy Ramalho deu uma declaração polêmica, afirmando que o elenco do São Paulo não teria mais nenhum jogador ‘chinelinho’ – atleta que demonstra má vontade no dia-a-dia e acusa lesão para não jogar. Agora no Parque São Jorge, o meia se mostrou chateado com a insinuação, mas mostrou respeito ao treinador.

“O Muricy conhece todos os jogadores, aprendi muito com ele e respeito muito o trabalho dele. Se ele deu essa declaração, ele acha que os jogadores que estavam lá eram ‘chinelinhos’. Mas fazer o quê? A vida segue. Que ele possa conquistar títulos no São Paulo e eu no Corinthians”, afirmou o meia Jadson, em entrevista ao canal Sportv.

Em baixa no São Paulo, o jogador reencontrou o bom futebol quando chegou ao Parque São Jorge. Sob o comando de Mano Menezes, Jadson passou a ser fundamental para o crescimento de produção do Corinthians no Campeonato Paulista, sendo responsáveis por boas assistências, além de marcar alguns gols com a camisa alvinegra. Para o meia, a confiança que recebeu no Timão foi fundamental para essa mudança.

Questionado sobre o que foi fundamental para culminar no bom momento vidido atualmente, Jadson não titubeou. “A confiança que o Mano depositou em mim. Ele estava com a expectativa muito boa de que eu poderia ajudar o time e a melhor forma de retribuir seria com boas atuações. Isso vem dando certo. O principal foi a confiança que a comissão e o grupo me deram”.

A boa fase, aliás, fez com que o jogador fosse cogitado para estar presente na lista de convocados da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo, que será realizada em Junho. O camisa 10 do Corinthians, no entanto, prega bastante cautela com relação a uma possível mudança de opinião do treinador Luiz Felipe Scolari.

“Estou feliz com esse momento que estou vivendo no Corinthians, podendo ajudar o grupo. Claro que eu também sonho em participar da Copa do Mundo, ainda mais no Brasil. Sei que a concorrência é muito grande, mas vou continuar trabalhando, pois quem sabe surge uma brecha”, projetou o meia corintiano, sem perder o sonho de defender a Seleção.

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