Futebol/Copa do Mundo - ( - Atualizado )

Jornal inglês alega que ex-vice da Fifa recebeu R$ 3 mi por Copa no Catar

Londres (Inglaterra)

Mesmo a oito anos da Copa do Mundo do Catar, a Fifa parece enfrentar uma nova onda de problemas com relação à competição mundial no Oriente Médio. Nesta segunda-feira, as especulações sobre a compra de votos na escolha da sede voltaram a ganhar destaque internacional. Ex-vice-presidente da entidade máxima de futebol, Jack Warner é acusado de ter recebido quase R$ 3 milhões para votar no país.

De acordo com o jornal inglês The Telegraph, Jack Warner teria recebido um montante de R$ 2,8 milhões, mas outras pessoas ligadas ao ex-vice-presidente também entraram no esquema. Enquanto os seus filhos receberam cerca de de R$ 1,7 milhão, R$ 900 mil foram pagos a empregados do ex-dirigente.

Os pagamentos, de acordo com as investigações, foram realizados apenas duas semanas após a escolha do Catar como sede da Copa do Mundo de 2012. O dinheiro saiu de uma companhia em nome do catari Mohammed Bin Hammam, que foi membro do Comitê Executivo da Fifa e mandatário da Confederação Asiática, além de presidir a entidade de seu país.

Agora, diante das hipóteses levantadas, o FBI investiga a ligação entre Jack Warner e a candidatura do Catar, já que a transação do dinheiro passou a ser feita a partir de um banco com sede em Nova York. O ex-vice-presidente, no entanto, não quis falar sobre o assunto. Já a assessoria de imprensa do Comitê Organizador da Copa do Mundo de 2022 disse desconhecer os acertos e que segue as regras éticas impostas pela Fifa.

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