Futebol/Campeonato Paulista - ( - Atualizado )

Mano conta com evolução do time para combater dependência de Jadson

Helder Júnior São Paulo (SP)

A evolução do Corinthians no Campeonato Paulista coincidiu com a chegada de Jadson. Neste domingo, contra o São Paulo, a equipe de Mano Menezes precisará provar que não ficou dependente do seu novo camisa 10 para jogar bem. O meia está impedido de enfrentar o ex-clube em função de um acordo na negociação que levou o atacante Alexandre Pato ao Morumbi.

“É bem provável que a gente sinta a ausência do Jadson”, assentiu Mano, contando com a melhora coletiva do Corinthians para minimizar o desfalque. “Estaremos melhores do que quando ele ainda não atuava conosco. Melhoramos fisicamente, como equipe, e fizemos outras alterações paralelamente à chegada dele”, acrescentou.

Nos últimos jogos, o Corinthians passou a contar também com o retorno do goleiro Cássio, com Bruno Henrique com um dos seus três volantes e com uma fase iluminada do jovem atacante Luciano. “Temos capacidade de fazer novamente um clássico bem jogado, como aquele contra o Palmeiras, mesmo sem o Jadson. Nesse espaço de tempo, a equipe melhorou muito emocionalmente, está mais solta. Todos os jogadores passaram a render mais”, insistiu Mano.

Djalma Vassão/Gazeta Press
Renato Augusto concorre com Danilo para ocupar a vaga deixada por Jadson no time titular corintiano
Os mais cotados a substituir Jadson diante do São Paulo são o veterano Danilo e Renato Augusto, que ainda merece cuidados especiais da comissão técnica do Corinthians em virtude de sua fragilidade física. Mano fez mistério sobre a solução que buscará para a sua equipe. “Só posso dizer que teremos um cobrador de faltas e um jogador que passa bem a bola, como o Jadson”, brincou.

Mano poderia não enfrentar esse problema se o Corinthians pagasse a multa contratual milionária para escalar Jadson contra o São Paulo. O que não foi nem sequer cogitado no Parque São Jorge. “Temos um acordo, e acordo é para ser cumprido. A multa é simbólica. O acordo é o que vale. E ele será cumprido”, disse o treinador, sério e destemido com a dependência do seu camisa 10. “Um jogo só é pouco para avaliarmos se isso existe ou não.”

Publicidade

Publicidade


Publicidade


Publicidade


Publicidade

Publicidade