Futebol/Campeonato Paulista - ( )

Verdão tenta tirar lições de inícios desastrosos em suas duas derrotas

William Correia São Paulo (SP)

Em suas únicas derrotas no ano, o Palmeiras culpou as atuações no primeiro tempo, tanto quando perdeu do Botafogo-SP por 3 a 1 quanto no jogo em que caiu diante do Santos por 2 a 1. Em ambas as partidas, o times sofreu todos os gols antes do intervalo. E tenta aprender que, no mata-mata do Campeonato Paulista em confronto único, a instabilidade custará a permanência no torneio.

“Tivemos um primeiro tempo desastroso, irreconhecível, sem colocar a bola no chão, sem sair jogando, forçando com chutões e tentando se desfazer da bola. Tomamos gols e não deu para correr atrás. Agora, não podemos errar mais, não podemos dar brechas como temos dado e colocar em jogo toda a campanha que fizemos na primeira fase”, ensinou Tiago Alves.

Em relação ao clássico na Vila Belmiro, a melhora no segundo tempo não foi suficiente, mas serve de exemplo. “Nosso aprendizado tem que ser como mostramos naquele segundo, com inspiração, posse de bola. Precisamos dominar o jogo todo, não podemos ser instáveis na quinta-feira como fomos na Vila Belmiro”, completou o zagueiro.

A teoria das lições precisa ser colocada em prática já nesta quinta-feira, nas quartas de final do Estadual, diante do Bragantino, no Pacaembu. Os jogadores já conversaram sobre a fraca atuação na primeira metade da derrota na Vila Belmiro na viagem de volta de Santos e no treino dessa segunda-feira.

Djalma Vassão/Gazeta Press
Gilson Kleina exige atuação convicente no jogo inteiro para evitar uma eliminação precoce no Campeonato Paulista
“Voltamos quietos, mas comentamos nossas falhas, o que poderíamos ter feito. Pelo pouco que conversamos, vimos que podemos acertar algumas coisas ainda para entrarmos com o pé direito no mata-mata e conseguirmos a classificação”, disse Tiago Alves, já tentando colocar o clássico no passado.

“Estávamos brigando pela primeira posição geral e, infelizmente, não deu. Temos que digerir isso o mais rápido possível porque, na quinta-feira, já tem jogo decisivo. Nunca é bom perder, gera um desconforto. Cabe a nós tirar lições. Em jogo de mata-mata, temos que minimizar esses erros”, indicou.

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