Futebol/Copa do Brasil - ( )

Antes do jogo, Mancha lembra ídolos do passado e xinga time e Nobre

William Correia São Paulo (SP)

O Palmeiras não sabia como seria recepcionado no Pacaembu após a eliminação na semifinal do Campeonato Paulista. Ao entrar em campo para enfrentar o Vilhena, pela Copa do Brasil, nesta quarta-feira, encarou as consequências negativas da frustrante derrota de domingo. A Mancha Alviverde aproveitou o pequeno público para chamar atenção com seus protestos.

A principal organizada, primeiramente, gritou “Não é mole, não. Cadê a verdadeira torcida do Verdão?”, ouvindo, na sequência, os poucos presentes em outros setores tentarem abafar o coro com vaias. O sistema de som, executando o hino do clube, também ajudou.

Na sequência, a Mancha direcionou a reclamação para o presidente. “Paulo Nobre, seu imbecil, pega esse time e vai para p... que pariu” e “Paulo Nobre, vai se f..., sou palmeirense e estou cansado de sofrer”.

Mantendo o tom de reprovação ao time atual, a uniformizada começou a entoar cânticos especiais que eram usados a ídolos que participaram da conquista da Libertadores de 1999. Foram lembrados Galeano, Zinho, Arce, Júnior Baiano, Paulo Nunes e Oséas, entre outros.

Protestos à parte, o Palmeiras enfrenta o Vilhena com a vantagem de se garantir na segunda fase da Copa do Brasil se não perder nesta quarta-feira. Como venceu o primeiro jogo em Rondônia por 1 a 0, os comandados de Gilson Kleina só encararão uma vexatória eliminação se forem derrotados levando mais de um gol – novo 1 a 0 leva a decisão para os pênaltis.

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