Futebol/Mercado - ( - Atualizado )

Após renovação difícil, Leandro entende apreensão e torce por Kardec

William Correia São Paulo (SP)

Para assinar contrato até dezembro de 2017, Leandro teve uma complicada negociação que o tirou até de parte da pré-temporada do Palmeiras. Agora, acompanha as dificuldades de Alan Kardec para, também, receber um aumento salarial que julga justo para renovar. Mais do que torcer pela permanência do colega, o atacante entende a apreensão do centroavante.

“É uma situação diferente da que vivi porque eu estava de férias, descansando com a família. Entendo o lado dele porque está jogando, tem toda a pressão em cima e isso atrapalha. O jogador tem que estar com a cabeça tranquila para jogar tranquilo”, argumentou o camisa 38.

Para acertar com Leandro, a diretoria teve como principal obstáculo o acordo salarial. Acabou renovando após pagar R$ 8 milhões por 64% dos direitos econômicos do atacante. Agora, o Verdão já encaminhou a forma de pagamento de 4 milhões de euros (cerca de R$ 12,5 milhões) ao Benfica para ter Alan Kardec, mas não agradou com suas propostas salariais.

Djalma Vassão/Gazeta Press
Como Kleina e Leandro, centroavante tem dificuldades para acertar salários na renovação
Além de Leandro, o presidente Paulo Nobre também teve problemas para renovar com Gilson Kleina exatamente na questão salarial. Mas não ouviu críticas do camisa 38. “Não posso falar nada da diretoria porque quem negociava era o meu empresário. Eu não sabia de nada, ele só me passava o que falavam”, desconversou Leandro.

A esperança do colega de ataque é que o artilheiro continue após o fim de seu empréstimo, em 30 de junho. “Além de ser um excelente jogador, é uma excelente pessoa, todos o querem no grupo. Como já viram e ele está mostrando, ajuda muito. Torcemos para que fique”, falou Leandro.

“O Alan é um centroavante que se doa e colabora bastante, marca e pega onde estiver no campo. Fora isso, está fazendo muitos gols. Não tenho nada para reclamar ou alguma coisa negativa para falar dele”, completou, preparando-se, porém, para uma possível falta de acordo. “Sem dúvida, se o Alan sair, fará muita falta, mas o Palmeiras tem um elenco com mais de 30 jogadores e teremos que saber lidar com isso.”

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