Futebol/ Campeonato Espanhol - ( - Atualizado )

Atlético de Madri bate Valencia e fica muito perto do título

Valencia (Espanha)

Fora de casa, no Estádio Mestalla, em Valencia, o Atlético de Madri bate a equipe da casa por 1 a 0, com gol de cabeça de Raúl Garcia, alcança 88 pontos e precisa só de mais duas vitórias para conquistar o Espanhol. O time da capital espanhola venceu seu último nacional na temporada 1995-96. Já o Valencia estaciona no oitavo lugar, com 45 pontos, e vê a Liga Europa um pouco mais distante. Na próxima rodada, os Colchoneros enfrentam o Levante também em Valencia, no sábado. Enquanto o Valencia, no dia seguinte, visita o Real Madrid.

O Jogo- A partida começou com a equipe da casa tentando pressionar o Atlético de Madri, procurando sempre os atacantes Jonas e Alcácer. Mas, bem postado, o time do técnico Diego Simeone soube se defender bem, como é de costume, e aos poucos foi tomando conta do jogo.

O duelo se concentrava muito no meio de campo, o que caracterizava um jogo de poucas jogadas agudas e criativas. Tudo levava a crer que a primeira etapa se findaria em um empate sem gols. No entanto, aos 42 minutos, o volante Gabbi lançou bola no meio da área para Raul Garcia, que se antecipou ao goleiro Guaita e desviou de cabeça para abrir o placar e deixar os Colchoneros em vantagem.

A segunda etapa iniciou como terminou a primeira. O Atlético melhor e o Valencia desorganizado em campo. Tanto que aos seis minutos, o atacante brasileiro Diego Costa recebeu livre no ataque, mas errou na finalização. O Valencia só deu mostras de uma possível reação aos 17, quando Jonas recebeu bom cruzamaneto de Feghouti e cabeceou firme para ótima defesa do grandalhão Courtois.

Divulgação/Atlético de Madrid
Atlético de Madri pode acabar com jejum histórico vencendo seus próximos dois jogos do Campeonato Espanhol

A partir disso, só deu Valencia. A equipe da casa pressionava a saída de bola madrilenha com enorme competência e Feghouti e Alcácer comandavam as ações ofensivas do time do treinador Juan Antonio Pizzi. Porém, os liderados de Simeone se defendiam como poucos times fazem no mundo. Miranda e Godín eram verdadeiros paredões ao ataque valenciano.

Diego Costa teve, aos 39, a chance de terminar logo com todo o drama da partida, quando ficou cara a cara com o arqueiro do Valencia, mas o centroavante se atrapalhou e não conseguiu passar por Guaita. A posse de bola era esmagadora por parte dos mandantes, tendo 65% do tempo com ela nos pés. Os colchoneros só se defendiam.

Aos 48, soou o apito e o jogo considerado mais difícil entre os três que restavam terminou com uma suada vitória do Atlético de Madri, que agora recebe o Levante no Vicente Calderón.

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