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Em evento na Vila Belmiro, Santos e Unicef firmam parceria até 2016

Santos (SP)

Confirmada na última quinta-feira, a parceria entre o Santos e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) foi firmada no início desta tarde, em evento realizado na Vila Belmiro. A equipe paulista estampará o logo da entidade no centro de sua camisa por duas partidas. Na sequência do contrato, válido até 2016, a marca da Unicef aparecerá no colarinho dos santistas.

Presente na assinatura do acordo ao lado do presidente em exercício do Santos, Odílio Rodrigues, e de Gary Stahl, representante do fundo humanitário no Brasil, Pelé chegou a se emocionar durante seu pronunciamento.

“Esse projeto me deixa muito feliz porque o Santos já parou uma guerra. Somos, sem dúvida nenhuma, o segundo time de todo o mundo. Em qualquer país que você chegue, o Santos é citado como um dos segundos times de todos. É uma responsabilidade muito grande”, disse o Rei.

Divulgação/Santos FC
Parceria entre Unicef e Santos tem os mesmos moldes do acordo que o fundo firmou com o Barcelona
Segundo Odílio Rodrigues, outras eventuais ações referentes à parceria serão discutidas durante reuniões agendadas para os próximos dias.

“Pretendemos escrever um plano de ação e mobilização, que vai explicar as ações que vamos desenvolver juntos. Mas o âmago da questão é que o Santos divulgará todas as ações da Unicef. Envolveremos nossos parceiros, com captação de mais recursos para que a Unicef possa fazer o maravilhoso trabalho de defesa à criança e ao adolescente”, afirmou o mandatário santista.

Por sua vez, o órgão ligado à ONU pretende difundir a prática do futebol entre jovens e crianças brasileiras, de ambos os gêneros.

“Trabalharemos com ações programáticas para que o Santos possa ser ainda mais uma referência na promoção dos adolescentes da base. O acordo vai até 2016, mas esperamos renovar o contrato por muitos ano. Se além da paixão pelo clube, cada santista tiver paixão pela infância, serão milhões de torcedores unidos por educação, saúde e cada iniciativa no Brasil. Seria um gol de placa”, disse Gary Stahl.

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