Futebol/Campeonato Brasileiro Série A - ( - Atualizado )

Mendieta faz treino extra para retomar futebol que vale R$ 4 milhões

William Correia São Paulo (SP)

Em junho, o Palmeiras acertou a contratação de Mendieta por cerca de R$ 4 milhões, e o próprio meia admite que ainda está em dívida. Na semana passada, o paraguaio solicitou à comissão técnica um treino extra especial para melhorar a forma física, ainda longe da ideal como consequência da operação no joelho direito ocorrida em outubro.

“A prioridade nesta parada foi fazer uma boa parte física para o Brasileiro. Quero jogar e ganhar a confiança de Gilson Kleina. E voltar ao nível que eu tinha quando cheguei”, disse o camisa 8, que veio do Libertad e acredita que, mesmo na Série B do Brasileiro, teve desempenho melhor que o mostrado em 13 jogos neste ano, apesar de ter feito dois gols.

“A passagem está boa, pude fazer bons jogos, ajudar o time... Infelizmente, tive uma lesão e, desde que voltei, estou um pouco em dívida. Mas agora trabalhei muito o físico e no campo para retomar o bom nível que eu tinha no Libertad e de quando cheguei”, comentou o jogador de 25 anos, que abre mão até de trabalhos técnicos para melhorar fisicamente.

“Falei com o preparador e com o Gilson. A pré-temporada em janeiro não foi completa porque senti uma dor no joelho. Falei com eles que hoje em dia o futebol é muito físico e estava faltando isso. Nos últimos 15, 20 minutos, eu estava caindo porque não fiz uma pré-temporada completa. Falamos muito e era melhor fazer uma nova pré-temporada”, explicou.

Em todas as suas entrevistas, Mendieta faz questão de não se mostrar conformado em ser reserva, como tem ocorrido nesta temporada. O paraguaio não criou polêmica, mas não gostou de ser sacado na derrota para o Ituano, que eliminou o time na semifinal do Campeonato Paulista, mesmo tendo deixado Leandro e Vinicius com chances claras de fazer gol.

“Desde que cheguei, falo que vim para jogar, mas a decisão é do Gilson Kleina. Tenho que estar sempre preparado”, apontou, sem medo de concorrentes como Bruno César. “Ter briga por posição é bom, a competitividade é sadia e todos trabalham para estar entre os titulares. São jogadores de muita qualidade e você tem que brigar, deixar tudo no treinamento e no jogo para manter a titularidade quando jogar”, indicou.

Fernando Dantas/Gazeta Press
“Desde que cheguei, falo que vim para jogar, mas a decisão é do Gilson Kleina", apontou Mendieta

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