Futebol/Campeonato Brasileiro - ( )

Palmeiras muda tratamento para Diogo deixar de reclamar de dor e jogar

William Correia São Paulo (SP)

Diogo vai completar dois meses sem jogar. Uma lesão na coxa direita tirou o atacante das últimas dez partidas do Palmeiras e departamento médico e comissão técnica buscam uma maneira de recolocar o atleta em campo. Desde 20 de fevereiro, o jogador se trata, mas segue reclamando de dores quando começa a treinar.

“Na parte clínica, o exame pode falar que não é uma lesão limitadora, mas o que limita é a dor. Se dói, não pode avançar na parte física, trabalhando na dor. Em alguns treinos de 20, 15 minutos, ele sente bastante dor, e não conseguimos mensurar o tamanho da dor”, comentou o preparador físico Fabiano Xhá.

O camisa 17 seria uma opção para substituir Alan Kardec durante o jogo contra o Ituano, pela semifinal do Paulista, no último domingo, ou para pressionar Leandro, que tem sido titular mesmo vivendo péssima fase. O problema muscular já é a segunda lesão de Diogo em pouco mais de três meses no clube. A esperança, agora, é em um novo tratamento na coxa direita.

“O Diogo teve um problema de adutor e foi feito um tratamento. Ele retornou, conseguiu treinar e até fez um trabalho com bola, mas voltou a sentir dor. Fez um novo exame e foi constatada uma inflamação. O departamento médico fez, então, um novo tratamento, com outro método”, contou Fabiano Xhá.

Diogo esteve em só seis dos 19 jogos do Verdão no ano, sendo apenas dois deles atuando integralmente. Sua última partida, na qual participou do início ao fim, foi em 19 de fevereiro, quando o time venceu o Ituano por 1 a 0. Mesmo se cumprir a ideia mais otimista de estar em campo contra o Criciúma, no dia 20, completará dois meses sem atuar.

Fernando Dantas/Gazeta Press
Gilson Kleina só pôde usar o atacante, que recebe salário maior se jogar mais, em seis das 19 partidas no ano
Antes da lesão na coxa direita, Diogo ficou três jogos fora por conta de choque com Henrique em treino perto de sua região abdominal. A expectativa, agora, é de que consiga trabalhar fisicamente em campo nesta segunda-feira e, no dia 14, volte a realizar atividades técnicas normalmente com os colegas.

Diogo tem contrato de um ano no formato de produtividade – seu salário aumenta de acordo com sua presença em campo. Mesmo assim, é uma exceção no balanço positivo da preparação física do Verdão neste início de ano. “Quando o atleta chega, conversamos e buscamos informações. Foi um caso à parte, mas o departamento médico está em cima disso, buscando outras soluções”, falou Xhá.

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