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Palmeiras retorna ao Pacaembu sem saber qual será reação da torcida

William Correia São Paulo (SP)

Às 22 horas (de Brasília) desta quarta-feira, o Palmeiras volta ao palco de sua principal frustração, até agora, no centenário. O público, certamente, será bem menor do que no recorde em jogos do clube neste ano, quando quase 30 mil pagantes acompanharam a derrota para o Ituano. E os jogadores não sabem como serão recebidos após a eliminação na semifinal do Campeonato Paulista.

“Não dá para saber a reação do torcedor. É óbvio que ficaram chateados e tristes como ficamos porque a expectativa não era derrota, ainda mais após quase um ano sem perder no Pacaembu e tendo feito gol em todos os jogos do Paulista. Menos no domingo”, comentou Marcelo Oliveira, ainda remoendo a vitória por 1 a 0 do time de Itu.

Após o apito final, no domingo, os palmeirenses se dividiram. A Mancha Alviverde, principal organizada do time, iniciou coros e xingamentos contra Valdivia e a diretoria e logo teve os gritos abafados pelo resto do estádio, que também ofendeu a uniformizada com palavrões.

Sobre o time, a expectativa é de que a empatia criada no Estadual seja mantida. “Não sei como estão os torcedores em relação ao nosso trabalho, mas resgatamos muito a sua confiança durante o Campeonato Paulista. Com o trabalho que mostramos a cada dia e a cada jogo, cada vez mais foi enchendo o estádio. O torcedor estava confiante e sentiu a eliminação junto conosco”, falou Marcelo Oliveira.

Djalma Vassão/Gazeta Press
Marcelo Oliveira não se arrisca a dizer como será a recepção dos poucos torcedores que devem estar no Pacaembu
O volante só pede que o espírito conquistado para a semifinal não seja perdido. “Cada jogo é uma decisão. Não tem que esperar chegar o mata-mata mais à frente para falar em espírito de mata-mata. Em todos os jogos, você tem que estar 100%, se doar, buscar a vitória para, na decisão mais importante, já estar preparado, não começar a se preparar cinco minutos antes”, afirmou.

Diante do Vilhena, nesta quarta-feira, pela Copa do Brasil, a cobrança não muda. “O peso da camisa e a pressão existe em todos os times grandes. Tem que estar preparado para isso. Nós nos preparamos para conquistar, ser campeões e receber palmas, não vaias e xingos. Mas, em time grande, a pressão existe e você tem que se preparar”, ensinou Marcelo Oliveira.

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