Futebol/Copa do Brasil - ( - Atualizado )

Plácido de Castro sai na frente, mas Figueirense vira e avança em casa

Florianopolis (SC)

O Figueirense chegou com amplo favoritismo para o segundo compromisso contra o Plácido de Castro-AC, válido pela fase inaugural da Copa do Brasil. Não apenas por atuar em seu domínio, o estádio Orlando Scarpelli, mas principalmente por figurar na elite do Campeonato Brasileiro. Porém, quem esperava uma goleada do Furacão do Estreito, quase presenciou uma zebra. Os visitante saíram na frente, mas viram Giovanni Augusto e Éverton Santos, duas vezes, decretarem o placar classificatório de 3 a 1.

Assim, os comandados de Vinícius Eutrópio terão pela frente o Bragantino, que triunfou sobre o Lajeadense-RS, no estádio Nabi Abi Chedid, pelo placar de 1 a 0.

O jogo – Após um empate sem gols no Acre, o Figueirense precisava de uma vitória para se classificar, sem a necessidade dos pênaltis, e foi para cima do Plácido de Castro. Aos sete minutos, em recuo de bola do volante Zé Nílton, o goleiro Darlan furou e quase viu o gol contra se concretizar. O salvador do lance foi o zagueiro Gato, que tirou a bola em cima da linha.

Mesmo com o amplo domínio técnico, o Furacão do Estreito não conseguia furar o bloqueio visitante. Neste contexto, a melhor alternativa eram os chutes de longe. Em uma dessas tentativas, aos 28 minutos, Guilherme Lazaroni exigiu grande defesa de Darlan. Com 37 jogados, Vítor Júnior quase surpreendeu o goleiro adversário, tentando um gol olímpico. Porém, o arqueiro praticou boa defesa.

Em uma de suas raras aventuras ofensivas, o Plácido de Castro surpreendeu e inaugurou o marcador. Em cobrança de falta na intermediária, Douglas alçou a bola na área e viu Neneca falhar, ao se atrapalhar com os zagueiros. O resultado do desentendimento foi a bola no fundo da rede.

Com quatro jogados, Vítor Júnior cruzou na medida e viu Marquinhos anotar o tento alvinegro. Porém, a investida foi invalidada, já que o dianteiro mandante se encontrava em posição de impedimento. À medida que o gol de empate não saía, a insatisfação dos torcedores aumentava, culminando em sonoras vaias no Orlando Scarpelli.

Porém, a contestação da torcida começou a ser quebrada com Éverton Santos, que completou de “peixinho” um bom cruzamento do centroavante Lúcio Maranhão. Inspirado, o meia-atacante virou o jogo aos 42 minutos, também usando a cabeça. O placar foi selado com o tento de Giovanni Augusto, após pênalti sofrido por Dudu. Na cobrança, Darlan expulso, o zagueiro Gato fez as vezes de goleiro.

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