Futebol/Bastidores - ( - Atualizado )

Presidente do Flu nega atrito com a Unimed sobre demissão de Renato

Rio de Janeiro (RJ)

Pouco depois de o Fluminense oficializar a demissão do técnico Renato Gaúcho, o presidente do clube, Peter Siemsen, concedeu entrevista coletiva nas Laranjeiras para esclarecer sua decisão. Segundo o mandatário tricolor, a saída de Renato não abalou a relação entre o Flu e a patrocinadora Unimed.

“Vi várias reportagens criando fatos que não existem. Não há briga minha com a patrocinadora. Não existe atrito da minha parte. A gente vem procurando cumprir tudo. Divergências existem, mas são divergências que não criam brigas. São conversas naturais, saudáveis”, afirmou Siemsen.

Insatisfeito com o desempenho do time, o presidente explicou que a decisão de demitir Renato foi motivada principalmente pela proximidade do Campeonato Brasileiro. Siemsen acredita que o novo treinador terá tempo suficiente para preparar o time que estreará na competição dia 19, contra o Figueirense, no Maracanã.

Nelson Perez/Fluminense FC
Apesar de afirmar que gosta de trabalhar com as mesmas pessoas por bastante tempo, o presidente disse que ainda não encontrou o treinador ideal para o Flu
“(Renato Gaúcho) é um cara espetacular, é ídolo. Dói para mim tomar uma decisão dessas. Mas tenho que olhar a situação do clube. Entendo que o trabalho não estava alcançando os resultados que deveria ter alcançado neste momento. Nós entendemos que valia a pena a mudança”, disse.

O dirigente confirmou que, até a contratação do novo treinador, o auxiliar técnico Marcão comandará a equipe. No entanto, a possibilidade de efetivação do ex-volante foi descartado, sob o argumento de que seria algo prematuro.

“A gente não traçou um perfil, identificamos técnicos que poderiam ser opções hoje. Imediatamente após tomar a decisão de não continuar com o Renato, começamos a trabalhar nessa linha do que seria possível no mercado”, afirmou.

Segundo o presidente, o Fluminense deve bancar os salários do novo técnico sem a ajuda da Unimed, que bancava parte do salário de Renato Gaúcho.

“O patrocinador deixou claro que esse seria um ano de poucos investimentos, e nós entendemos o recado. O patrocinador tem a opinião dele, mas nós entendemos que havia chegado o momento (de demitir Renato Gaúcho). O Fluminense é que vai custear o novo treinador, trabalhando com o melhor custo-benefício”, completou.

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