Futebol/Campeonato Brasileiro - ( )

Reforço recebe conselhos de Ganso em sua chegada ao São Paulo

Helder Júnior e Vítor Dalseno São Paulo (SP)

O volante Hudson reencontrou um antigo companheiro de Santos ao acertar com o São Paulo. Revelado pelo clube da Vila Belmiro, assim como Paulo Henrique Ganso, o jogador vindo do Botafogo-SP recebeu conselhos do colega em sua chegada ao Morumbi.

“Já tive um contato breve com ele. É um cara extremamente gente boa, calmo. Ele me falou sobre a possibilidade da vinda para o São Paulo, passou tranquilidade. É uma das referências da equipe em termos de qualidade técnica e como pessoa”, reverenciou Hudson, que tem 26 anos, dois a mais em relação a Ganso.

O meia não precisou fazer muitos elogios ao São Paulo para o volante. “É um clube que dispensa comentários”, avisou Hudson. “Existe um grande cartel de títulos, uma estrutura tremenda. Não há um jogador brasileiro que não gostaria de atuar no São Paulo”, sorriu.

Sergio Barzaghi/Gazeta Press
Hudson chega ao São Paulo com a moral de quem foi eleito o melhor volante do Campeonato Paulista
De fato, a empolgação de Hudson com o acerto com o time de Ganso foi tamanha que ele não se conteve diante de microfones. Premiado como um dos melhores volantes do Campeonato Paulista, o jogador havia avisado que ainda não poderia dar declarações sobre o São Paulo durante a festa promovida pela Federação Paulista de Futebol (FPF), na noite de segunda-feira. Mas já até se imaginou na nova equipe.

“Eu me vejo ali, no meio dos melhores”, comentou Hudson, que não entra em campo desde a eliminação do Botafogo-SP no Campeonato Paulista, diante do campeão Ituano. “Fiquei dez dias parado. Ainda preciso de uma pequena adaptação, mas é claro que, se optarem para eu jogar rapidamente no São Paulo, estarei à disposição”, afirmou.

Além de ter defendido Santos e Botafogo-SP, Hudson passou por Santa Cruz, Ituano, Red Bull, Comercial, Oeste e Brasiliense antes de se transferir para o São Paulo. “O amadurecimento que tive foi tremendo. Conheci os dois lados do futebol. No Santos, havia ótimas condições. Em outros lugares, nem me pagavam às vezes. Isso tudo faz você crescer, virar homem e aprender a dar valor às coisas”, concluiu o amigo de Paulo Henrique Ganso.

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