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Satisfeito com empate, Oswaldo pensa no Grêmio, vítima de 2012

Ana Paula Canhedo, especial para a GEnet São Paulo (SP)

O Santos ainda não encontrou o caminho das vitórias no Campeonato Brasileiro desse ano. No último domingo, empatou, sem gols, com o Coritiba, no Couto Pereira, pela segunda rodada da disputa nacional. Fato que não incomoda Oswaldo de Oliveira, comandante alvinegro. Para ele, o importante agora é trabalhar durante a semana para obter uma boa preparação para encarar o Grêmio, no próximo sábado, às 18h30 (de Brasília), na Vila Belmiro, pela terceira jornada do Brasileirão.

O Tricolor Gaúcho, inclusive, foi a vítima do Peixe em 2012, quando a equipe da Baixada demorou oito rodadas para somar três pontos, recorde próprio na era dos pontos corridos.

A dificuldade do Santos em engrenar no início do Brasileirão é nítida desde que o campeão passou a ser decido nos pontos corridos. Desde 2003, o pior começo do Peixe foi em 2012.

Sob o comando técnico de Muricy Ramalho e com um elenco composto por Neymar e cia, o time alvinegro demorou oito rodadas para conseguir a primeira vitória naqule ano e ela veio, justamente, diante do adversário do próximo fim de semana, o Grêmio.

Em 8 de junho, o Glorioso recebeu o Imortal nos gramados da Vila Belmiro e venceu por 4 a 2, aliviando a torcida santista, que já estava angustiada com os cinco empates e duas derrotas.

Oswaldo de Oliveira quer muito trabalho durante a semana para reeditar o triunfo no início do Brasileirão de 2012. “Assisti com muito cuidado todos os jogos da primeira rodada e nenhum time foi efetivo como o Santos no ataque. Eventualmente, em jogo fora de casa fica mais difícil”, disse, justificando mais um empate.

Sergio Barzaghi/Gazeta Press
Em 2012, Neymar e cia acabaram com um jejum de oito jogos sem vencer no Brasileirão, bem diante do Grêmio

No entanto, o comandante alvinegro ainda não sabe qual arma usará no ataque para furar a defesa do Grêmio, que sofreu dois gols até agora. Pressionado, Leandro Damião está desde o dia 30 de março sem balançar as redes e, na última partida, foi substituído no intervalo pelo garoto Geuvânio.

“A entrada do Geuvânio fez com que melhorássemos muito. Até no número de escanteios e laterais. A movimentação também”, disse Oswaldo.

Porém, questionado se sacaria o camisa 9 da equipe titular, o técnico desconversou. “Isso nós ainda vamos ver. Cada jogo tem sua história e uma leitura diferente”, finalizou.

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