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Aidar revela visita a Itaquera e recua em crítica ao estádio

São Paulo (SP)

O presidente do São Paulo, Carlos Miguel Aidar, adotou um tom mais amistoso para falar sobre a Arena Corinthians, construída em Itaquera. O dirigente, que já fez críticas ao estádio por conta da localização, recuou em seu discurso e elogiou a casa alvinegra, durante participação no programa Mesa Redonda, da TV Gazeta, na noite de domingo.

“Já fui conhecer o estádio do Corinthians. Fui de carro e está maravilhoso. Vou à abertura da Copa do Mundo. Assistirei à abertura do dia 6, no Morumbi, e do dia 12”, brincou o dirigente, lembrando que a Seleção Brasileira disputará um amistoso contra a Sérvia na casa são-paulina na semana anterior ao início do Mundial.

Aidar, que há alguns meses afirmou que não era possível chegar ao estádio corintiano, explicou que observou apenas por fora as instalações. O dirigente aproveitou para lembrar que a capital paulista está prestes a ter também o reformulado estádio palmeirense, o que o força a buscar uma modernização no Morumbi.

Reprodução/TV Gazeta
Carlos Miguel Aidar revelou que deu uma volta de carro no entorno do estádio do Corinthians
“Tranquilamente (é possível chegar à Arena Corinthians). Em um domingo, com meu carro, fui conhecer e dei a volta no entorno. O Corinthians está de parabéns, porque é uma grande conquista para a cidade de São Paulo. São duas arenas novas, pois tem a do Palmeiras também. É por isso que estou preocupado. Acho até que a arena do Palmeiras vai ter preferência para shows em relação à do Corinthians”, comentou.

O presidente do São Paulo não se cansa de criticar a oposição tricolor pela ausência nas duas reuniões do Conselho Deliberativo em que seria votada a reforma do Morumbi. Sem o quórum suficiente, o projeto não foi aprovado e, segundo Aidar, a construtora e os investidores envolvidos no plano se retiraram.

Mesmo assim, o dirigente promete manter os esforços para melhorar as condições do estádio. “Quando a oposição disse ‘não’ à entrada no plenário, prestou o maior desserviço possível. Já poderíamos estar com as obras em andamento. Infelizmente, perdemos o bonde da história, mas não vou deixar assim, vou lutar até ver o Morumbi adequado à nova sistemática”.

O dirigente, porém, reconhece que não tem o poder de definir sozinho as reformas, pois precisa passar tudo pelos conselheiros. “O projeto concebido na gestão anterior está sepultado, mas a ideia não está abandonada. Pretendemos restabelecer o projeto em novos modelo e formato. Surgem especulações, mas não sou eu que vou decidir isso, e sim os conselheiros, que são eleitos pelo associado”, completou.

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