Futebol/Campeonato Brasileiro - ( - Atualizado )

Alberto avisa que só resgatou o que Kleina fazia: "Não mudei nada"

William Correia São Paulo (SP)

William Matheus, principal novidade de Alberto Valentim no lugar do criticado Juninho na lateral esquerda, deu as assistências na vitória por 2 a 0 sobre o Goiás. O interino, contudo, não exaltou sua participação no resultado que encerrou sequência de três derrotas do Palmeiras. O ex-lateral preferiu dar méritos ao demitido Gilson Kleina.

“Não tem mudança do Alberto. Foi só uma continuidade. O que conversamos antes da partida era para resgatarmos o que estávamos fazendo com o Gilson. Nada além disso”, simplificou. “Continuei fazendo o que o Gilson vinha fazendo. Algumas peças foram diferentes porque ele não teve oportunidade, por exemplo, de trabalhar com o Diogo, que vinha de lesão.”

Mostrando humildade, o ex-jogador que chegou a defender a Seleção Brasileira deu méritos também a Marcelo Oliveira, que atuou como zagueiro, mas avançou como atacante e quase marcou um golaço no segundo tempo. Sem esperanças de ser efetivado, Alberto fez questão de se colocar como figura secundária no Pacaembu.

“Tínhamos perdido o que o Gilson tinha feito antes. Fizemos o que estávamos fazendo com ele: o futebol de pegada, com todos se ajudando, organizado. Perdemos um pouco isso porque as situações levaram a isso, mas não fiz nada a mais. A equipe não fez partidas brilhantes nos últimos jogos, mas o time voltou a jogar como estava jogando com o Gilson”, ressaltou.

Fernando Dantas/Gazeta Press
Sem esperanças de ser efetivado, Alberto Valentim minimizou sua influência no fim da sequência de derrotas do time
Além de retomar o que deu certo até a semifinal do Paulista, quando o Verdão perdeu do Ituano e foi eliminado, Alberto admitiu a influência positiva da abertura do placar. Lúcio, em posição de impedimento, fez o primeiro gol aos 15 minutos do primeiro tempo e comemorou com os colegas deixando clara a sensação de alívio.

“Começamos com algumas bolas paradas deles, alguns escanteios. O que eu tinha falado para os jogadores é que precisamos sofrer sem a posse da bola para depois fazermos o gol lá na frente. E o gol traz uma tranquilidade muito grande. Jogando em casa, o time vinha de três derrotas e isso foi importante”, apontou Alberto.

Publicidade

Publicidade


Publicidade


Publicidade


Publicidade

Publicidade