Futebol/Campeonato Brasileiro - ( - Atualizado )

Apagado no Santos, Henrique sente dar volta por cima e não teme Pratto

William Correia São Paulo (SP)

Contratado inicialmente para ser reserva de Alan Kardec, Henrique foi apresentado no Palmeiras após a saída do artilheiro para o São Paulo e em meio às especulações sobre o interesse no argentino Lucas Pratto, do Vélez Sarsfield. Mas o novo camisa 19 do Verdão já sente dar uma volta por cima ao chegar a um clube grande após passagem apagada no Santos em 2013 e não teme novos concorrentes.

“O Campeonato Brasileiro é longo e, quem chegar, será bem recebido como fui. Mas terá que brigar por espaço também. O plantel é muito qualificado, já tem Miguel, Rodolfo, Diogo e outros”, apontou o jogador, autor de sete gols pela Portuguesa no último Campeonato Paulista.

Sincero, Henrique sabe que a diretoria busca um atacante mais renomado após fracassar na tentativa de manter Alan Kardec. Pressionado, o criticado presidente Paulo Nobre pode usar os 4,5 milhões de euros (quase R$ 14 milhões) que tinha para pagar ao Benfica por Kardec e desembolsar o mesmo valor para contratar Pratto.

Uma possibilidade real, mas que não assusta Henrique, assim como os nomes de Borges, do Cruzeiro, e Luiz Adriano, do ucraniano Shakhtar Donetsk, outros centroavantes cogitados para a vaga deixada pelo antigo goleador.

“Ser recebido da maneira como fui no Palmeiras facilita muito as coisas. A impressão que tive do grupo é muito boa porque fui muito bem recebido por todos, sem exceção de nenhum. Treinei na semana, estou conhecendo devagarzinho o estilo de cada um e espero me adaptar para ser útil e ajudar o Palmeiras. As oportunidades vão aparecer e vou estar preparado para agarrá-las”, apostou Henrique.

Sergio Barzaghi/Gazeta Press
Nobre apresentou Henrique nesta quinta, mas busca centroavante renomado, como o argentino Pratto, do Vélez
O ex-jogador da Lusa já pode estrear como titular no domingo, contra o Flamengo, recebendo a oportunidade que tanto disse ter faltado no Santos. “Cheguei a pedido do Muricy Ramalho e, quando cheguei, tive poucas chances, só duas partidas com ele. Perdi espaço depois porque o Claudinei Oliveira não gosta de atacante de referência”, argumentou.

“Como lição, tiro a experiência de ter vestido a camisa do Santos. Venho mais maduro, sabendo passar por alguns momentos, que não são só bons. Trago força de vontade para essa volta por cima que estou dando”, discursou o centroavante de 24 anos.

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