Futebol/Copa 2014 - ( - Atualizado )

Após anos difíceis, Maicon tenta retribuir nova chance de Copa

Tossiro Neto Teresópolis (RJ)

Ele diz que nunca desistiu de voltar à Seleção Brasileira, mas não é errado falar que Maicon quase enterrou seu sonho pela fase ruim em que entrou depois da eliminação na Copa do Mundo de 2010. O lateral direito chegou a parar no time B do Manchester City e só foi salvo com a transferência para a Roma, à qual se sucedeu uma nova oportunidade na equipe nacional.

"O ano passado não foi tão bom para mim, porque queria fazer parte do grupo desde quando o Felipão assumiu, mas eu não estava conseguindo uma sequência no Manchester City. A troca foi boa para mim e para o clube. Preferi sair para um clube que me desse oportunidade de estar sempre jogando", disse.

Entre a queda para a Holanda nas quartas de final do Mundial de 2010 até a convocação para sua segunda Copa na carreira, Maicon teve outro breve e bom momento na Seleção, na Copa América de 2011, sob o comando de Mano Menezes, mas não conseguiu obter a sequência pretendida e voltou a ser esquecido nas convocações da equipe nacional.

Fernando Dantas/Gazeta Press
Lateral direito estava presente na equipe que foi eliminada pela Holanda, na Copa da África do Sul
"Minha vida sempre foi assim. Trabalhei esses quatro anos. Tive uma temporada difícil, quando não tive uma produtividade grande, e isso me atrapalhou bastante. Mas este ano foi totalmente diferente. Recebi oportunidade do Felipão e, no final, fui compensado com a convocação", comemora o jogador de 32 anso, ainda que, neste momento, seja reserva de Daniel Alves.

"Sobre isso, quem tem que responder é o Felipe. Tanto eu quanto o Daniel procuramos dar nosso melhor a cada treinamento. Quem ganha com isso é a Seleção Brasileira. São dois grandes jogadores. No final, quem o Felipão escolher para ser titular vai corresponder da melhor maneira para ajudar a Seleção", falou.

Se a última memória de quatro anos atrás é a derrota para a Holanda, Maicon tenta se inspirar em outro detalhe da disputa na África do Sul. "A lembrança positiva que eu tenho é meu gol, o primeiro gol com essa camisa de tamanha importância. Vai ficar a lembrança para o resto da vida", conta o lateral, que balançou a rede na primeira partida de 2010, diante da Coreia do Norte.

Publicidade

Publicidade


PublicidadePublicidade


Publicidade


Publicidade