Futebol - ( - Atualizado )

Corintianos esperam superar problemas em casa e fazer de Itaquera alçapão

Marcos Guedes São Paulo (SP)

Os jogadores do Corinthians concordam com a visão de Mano Menezes, que aponta hoje uma facilidade maior da equipe fora de casa, explorando contra-ataques, do que em seus domínios, com a responsabilidade de criar. Eles esperam, no entanto, que esse padrão seja alterado, especialmente quando o time puder ter uma sequência de jogos em seu novo estádio, em Itaquera.

“Nós jogamos três jogos em casa no Brasileiro em três campos diferentes. Isso dificulta, porque você não consegue treinar no local, conhecê-lo. Na nova arena, mais para a frente, vamos jogar bastante lá. O time tem que jogar bem e trazer o torcedor para o nosso lado. Nosso time vai ser muito difícil de ser batido lá”, afirmou o volante Bruno Henrique.

Em seus compromissos como mandante no Nacional, o Corinthians venceu o Flamengo no Pacaembu, perdeu para o Figueirense em Itaquera e empatou com o Atlético-PR no Canindé. Antes da parada no calendário para a Copa do Mundo, receberá o Cruzeiro no Canindé e o Botafogo em Itaquera.

Divulgação/Agência Corinthians
A mudança constante de casa foi apontada por Bruno Henrique como problema (foto: Daniel Augusto Jr.)
“São três tipos de gramados diferentes. O da arena parece futebol de salão, é muito rápido. A gente precisa se adaptar o mais rápido possível e vencer em casa o mais rápido possível”, disse Petros, preocupado em aproveitar da melhor maneira a Fiel. “Temos que fazer valer a força da nossa torcida, que é a maior do país. Quando o torcedor entender nossa maneira de jogar, vai ser nosso diferencial na competição.”

Por enquanto, não é. E o time do Parque São Jorge terá a chance, no próximo domingo, de mostrar sua competência como visitante. Após dois resultados decepcionantes em São Paulo, os comandados de Mano Menezes vão à Ilha do Retiro medir forças com o Sport.

“O time que joga em casa tem que se expor um pouco mais. Sou nordestino, sei da força e da tradição do Sport, sei quanto a torcida vai apoiar. Aí, tem que entrar nossa inteligência de aproveitar essa ânsia do adversário de buscar o gol a qualquer custo, como o Figueirense e o Atlético fizeram aqui”, pediu Petros.

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