Futebol - ( - Atualizado )

Edílson repete embaixadinhas polêmicas e faz a torcida vibrar

Helder Júnior São Paulo (SP)

Edílson não resistiu à tentação. No último dos seis jogos entre ex-jogadores do Corinthians que inauguraram o estádio do clube em Itaquera, neste sábado, o Capetinha repetiu duas vezes o polêmico gesto que marcou a sua carreira – fez embaixadinhas, equilibrando a bola na nuca, assim como na final do Campeonato Paulista de 1999.

“Foi muito legal. Refiz tudo aquilo que deu muita felicidade à torcida do Corinthians, agora no estádio do clube”, comentou Edílson, enquanto era cercado por uma multidão de fãs. De fato, a torcida vibrou bastante com a iniciativa do ex-jogador corintiano, que também passou pelo Palmeiras, a vítima das embaixadinhas de 1999.

Gargalhando ao abordar o assunto, Edílson garantiu que não pensou previamente na brincadeira na abertura da arena. “Foi a pedido! Vi que a torcida queria ali, na hora, e eu fiz para homenagear. Sabia que seria algo muito comemorado. Era um dia festivo. Qualquer jogada bonita, que relembra uma coisa boa, deixa o pessoal feliz. Nada melhor do que retribuir o carinho que a torcida nos dá”, disse, agora abraçado pelo inseparável amigo Vampeta.

Sergio Barzaghi/Gazeta Press
Edílson se divertiu bastante nos jogos de inauguração do estádio do Corinthians em Itaquera
Apesar de ser um crítico do futebol bem comportado do presente, o Capetinha não duvida que, no futuro, deixará de ser o único corintiano a provocar um rival com embaixadinhas. “Nenhuma jogada é única. Ninguém é. Coisas bem parecidas já aconteceram”, afirmou. “Mas o primeiro que fez as embaixadinhas é que fica na história. O difícil é alguém ter a mesma coragem de fazer”, completou, triunfante.

Edílson refez as suas embaixadinhas nas laterais do gramado, no campo de ataque. Ele estava jogando com muitos dos seus ex-companheiros de Corinthians naquele momento – Rincón, Vampeta, Marcelinho Carioca e Ricardinho, por exemplo. Luizão, o antigo parceiro de ataque, comia em um dos camarotes da arena.

“É sempre muito bom reencontrar todo o mundo. São momentos inesquecíveis. Aquele time nosso foi um dos melhores que o Corinthians já teve. Foi ótimo voltar a jogar com Marcelinho, Rincón, Vampeta, Luizão... Tudo isso foi muito legal”, comemorou o embaixador corintiano.

Sergio Barzaghi/Gazeta Press
Vampeta repetiu as suas famosas cambalhotas depois de marcar um gol de pênalti
Vampeta revive cambalhotas
Edílson não foi o único que quis agradar ao público presente no estádio de Itaquera com um gesto do passado. Seu amigo Vampeta marcou um gol de pênalti (cobrou a pedido da torcida) e festejou com as suas famosas cambalhotas.

Em 2002, após ser campeão mundial com a Seleção Brasileira, Vampeta surpreendeu o então presidente da República Fernando Henrique Cardoso ao dar cambalhotas na recepção à equipe no Palácio do Planalto, em Brasília. Ele vestia uma camisa preta do Corinthians naquele dia.

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