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Fábio, Renato e Henrique se salvam no desastre do Verdão em São Luis

São Luis (MA)

Nesta quinta-feira, uma reunião da diretoria pode definir a demissão de Gilson Kleina, mas o possível último jogo do técnico no Palmeiras deixou três novidades a serem elogiadas. O goleiro Fábio, o volante Renato e o atacante Henrique mostraram na fraca atuação do time na derrota por 2 a 1 para o Sampaio Corrêa, no Maranhão, que têm condição de ajudar na busca do clube por reação, independentemente do técnico que os comandarem.

Escolhido para substituir Fernando Prass, que operou o cotovelo direito e só voltará a jogar em agosto, Fábio ganhou a disputa com o criticado Bruno. E mostrou que merece a confiança. O goleiro, que completará 24 anos no domingo, executou milagres mesmo sofrendo com dores musculares, prováveis consequência da falta de ritmo de jogo.

Já Renato foi a grande surpresa de Kleina. Para evitar uma derrota, o técnico iniciou o jogo com três volantes. Sem Eguren, machucado, e França, afastado dos jogos por faltar a treinos e ter problemas fora de campo, apostou na marcação do jogador de 22 anos, único que mereceu elogios em um setor defensivo que teve os zagueiros Lúcio e Marcelo Oliveira levando bolas entre as pernas e Josimar, mais uma vez, sendo violento para minimizar suas deficiências.

Henrique, por sua vez, mostrou eficiência na missão de substituir Alan Kardec. O centroavante, autor de sete gols pela Portuguesa no Paulista, marcou seu segundo gol no segundo jogo pelo clube mesmo tendo poucas oportunidades, já que Mendieta, Wesley e Leandro tiveram novas atuações sofríveis, sem inspiração com exceção da bela assistência do paraguaio no único gol palmeirense em São Luis.

Divulgação
Fábio ganhou disputa com o criticado Bruno e fez milagres (Crédito: Cesar Greco/Ag Palmeiras/Divulgação)
Por conta disso, Kleina confia no time, independentemente de sua permanência. “Alguns jogadores sentiram a derrota para o Flamengo no domingo, mas outros pegarão sequência. Por mais que tenha sido uma derrota, houve evolução, entrega, comprometimento e superação, só não foi suficiente para vencer. A qualidade e a competitividade da equipe vão voltar, mas é necessário ganhar e reagir”, indicou.

O técnico, que se sente vítima do campo pesado e grande que já sabia que encontraria, pede que apoio aos atletas no sábado, contra o Goiás. “O torcedor quer resultado e a exigência e a cobrança vêm aumentando, mas é necessário ter calma. A torcida tem que apoiar esses jogadores no sábado. O momento é de todos se mobilizarem e acreditarem. Para render, para ter desempenho, tem que ter apoio. O jogo contra o Goiás precisa ser um divisor de águas”, afirmou, sem saber se estará no clube até lá.

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