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Ganso e Tardelli admitem clima de rivalidade após Libertadores de 2013

Luiz Ricardo Fini São Paulo (SP)

São Paulo e Atlético-MG se enfrentaram quatro vezes na Copa Libertadores do ano passado e travaram partidas muito acirradas, inclusive com a eliminação dos paulistas nas oitavas de final diante da equipe que se sagraria campeã continental. Desde então, o clima entre as equipes passou a ser de rivalidade.

“Todo jogo do Brasileirão é especial, mas, quando tem essa rivalidade, aumenta a motivação. É claro que a gente quer vencer dentro de casa”, afirmou o meia Paulo Henrique Ganso.

O Atlético-MG chegou à capital paulista na tarde de quinta-feira e segue sua preparação para encarar o São Paulo, na noite de sábado. Assim que desembarcou no aeroporto de Congonhas, o atacante Diego Tardelli reconheceu que os confrontos com o Tricolor ganharam uma importância a mais depois da Libertadores de 2013.

“Será um jogo difícil. Aqui, contra o São Paulo, é sempre complicado, ainda mais agora, que se tornou uma rivalidade, por causa da Libertadores. Esperamos um jogo bastante complicado, mas temos de aproveitar nosso bom momento para nos impor”, comentou o atleta.

Sergio Barzaghi/Gazeta Press
Paulo Henrique Ganso se lembra da rivalidade criada pelos jogos da Libertadores do ano passado
A eliminação diante do Atlético-MG em 2013 gerou até uma reformulação no São Paulo. Na época, o então presidente tricolor Juvenal Juvêncio afastou sete jogadores e ainda reclamou das condições do estádio Independência, chamando-o de uma “arapuca”.

No Brasileirão do ano passado, as equipe se enfrentaram mais duas vezes, com um empate sem gols no primeiro turno. Já no segundo, quando lutava contra o rebaixamento, o Tricolor triunfou por 1 a 0, no Morumbi, e se distanciou da zona do perigo.

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