Futebol/Campeonato Brasileiro - ( - Atualizado )

Há uma semana no Brasil, Gareca ainda não conversou com jogadores

William Correia São Paulo (SP)

Ricardo Gareca chegou ao Brasil em 21 de maio, quando assinou contrato até junho de 2015 com o Palmeiras e, pouco depois, definiu que só estrearia após a Copa do Mundo. Desde então, acompanhou das tribunas dos estádios as partidas contra Figueirense, Chapecoense e Botafogo, mas não trocou nenhuma palavra com os jogadores.

Escolhido para dar entrevista coletiva nesta quinta-feira, Henrique confirmou que o elenco conhece o novo técnico apenas à distância. “Ainda não o conhecemos, ele não teve contato conosco”, disse o atacante.

O argentino não tem sido mais do que um observador. Mesmo com o técnico interino Alberto Valentim, que fica no cargo até este domingo, teve somente uma conversa durante almoço na última sexta-feira. Por enquanto, há pouca troca de informação com membros da comissão técnica.

Gareca não tem nem viajado com o elenco. Aproveitou o avião particular do presidente Paulo Nobre para acompanhar pessoalmente, ao lado de seus auxiliares, o que o Verdão mostrou em campo na sofrida vitória sobre o Figueirense e nas derrotas para Chapecoense e Botafogo, todos times que estavam na zona de rebaixamento quando encaram a equipe paulista.

O treinador pouco tem sido visto mesmo na Academia de Futebol para ver treinos. Iniciará seus trabalhos de forma mais ativa nas atividades somente durante a Copa do Mundo. Volta para Buenos Aires no domingo após ver, de novo das tribunas, o duelo diante do Grêmio, em Caxias do Sul (RS). Terá alguns dias de férias antes de, enfim, comandar algo no Palmeiras.

Divulgação
Argentino não tem sido mais do que um observador até agora (Créditos: Cesar Greco/Ag Palmeiras/Divulgação)
Mesmo à distância, Henrique elogia o novo chefe. “Ele está acompanhando todos os jogos de perto, por vídeos. Quando assumir definitivamente, terá uma posição muito boa para que possa colocar seu trabalho no Palmeiras e que possamos, o mais rápido possível, encaixar para conseguir os nossos resultados”, afirmou.

Diante da situação, o atacante se coloca na condição de obedecer em vez de opinar. “A diretoria já procurou um perfil de técnico que achou que cabia com o elenco que tem aqui. Não cabe aos jogadores participar dessa decisão, somos funcionários e temos que trabalhar para ajudar o Gareca, dar total apoio e colaboração para, juntos, colhermos frutos dentro do campeonato”, discursou.

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