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Henrique diz que já esperava fazer gol em todos os jogos no Verdão

William Correia São Paulo (SP)

O novo centroavante do Palmeiras mostra a cada vez que entra em campo que Alan Kardec, hoje no São Paulo, é passado. E não se surpreende com isso. Henrique marcou contra o Sampaio Corrêa o seu quarto gol em quatro jogos vestindo a camisa alviverde e garante que tudo está dentro de sua expectativa.

“Eu esperava. Tenho comigo que, onde chego, quero fazer sempre gols. Para ser sincero, trabalho para isso acontecer”, disse o atacante que, com os sete gols que fez no Paulista pela Portuguesa, já soma 11 em 2014, um a mais do que o antigo dono de sua posição no Verdão.

“Claro que quatro jogos e quatro gols é uma média muito boa, mas sem meus companheiros, se não fosse o grupo todo, eu não chegaria a essa marca. Espero continuar, senão com gols, ajudando a equipe dentro de campo, marcando, dando passe, assistência. O que mais pesa é o Palmeiras sair vitorioso em campo”, discursou o camisa 19.

Demonstrando humildade, Henrique disse que Marquinhos Gabriel merece até 70% de crédito pela assistência que deu em seu gol nessa quarta-feira. Ao mesmo tempo, o atacante esbanja confiança. Além do gol nessa quarta-feira, levantou a torcida no Pacaembu com um chute da intermediária que acertou a trave e um chapéu antes do terceiro gol do time.

“Treino todo dia algumas coisas. Infelizmente, aquela bola não entrou. Foi uma pena, acertei um ótimo chute. Mas consegui fazer o gol depois”, sorriu o jogador de 24 anos, completamente adaptado ao Palmeiras mesmo tendo chegado há menos de três semanas.

Sergio Barzaghi/Gazeta Press
Atacante marcou quatro gols em quatro jogos e, contra o Sampaio Corrêa, levantou a torcida dando até chapéu
“Foi uma coisa muito rápida. Estava 12, 13 dias parado, resolvendo rescisão com a Portuguesa, e, quando cheguei ao Palmeiras, fui muito bem recebido, desde o presidente a quem faz o almoço. Trabalhei quatro, cinco dias, e já tive que me adaptar o quanto antes. Mas, quando você joga com jogadores inteligentes, facilita um pouco”, elogiou, contente por ter sido o nome mais festejado pela torcida no Pacaembu.

“Fico feliz, mas quero retribuir isso dentro de campo. Estou bem tranquilo porque sei que tenho que mostrar muito ainda. Procuro melhorar cada vez mais, trabalhando sempre com os pés no chão e humildade. Tenho maturidade e inteligência para saber dosar e deixar a empolgação com a torcida”, assegurou.

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