Futebol - ( - Atualizado )

Mano comemora chance de deixar melhor impressão em Itaquera

Marcos Guedes São Paulo (SP)

Mano Menezes disse ter gostado da possibilidade de jogar em Itaquera mais uma vez antes da Copa do Mundo. Após a derrota por 1 a 0 para o Figueirense na primeira partida oficial no estádio, o Corinthians voltará a atuar na zona leste de São Paulo no próximo dia 28, contra o Cruzeiro, em novo teste do local para o Mundial.

“É uma boa chance de deixar outra imagem, já que perdemos o primeiro jogo. Certamente, vai ser um jogo disputado sob sentimentos diferente. Passou a questão da estreia, do primeiro jogo, saiu o primeiro jogo. Todas essas coisas estavam contidas na primeira oportunidade”, afirmou o treinador.

De acordo com o gaúcho, o Cruzeiro permitirá um confronto mais franco do que foi possível contra o defensivo Figueirense. “O adversário tem um jeito de jogar mais definido, vai permitir que haja jogo dos dois lados. Não que eu queira definir como alguém joga, vocês sabem que eu defendo que cada um adote a sua estratégia”

Divulgação/Agência Corinthians
Mano Menezes foi muito criticado pela má estreia do Corinthians em Itaquera (foto: Daniel Augusto Jr.)
Como admite o próprio Mano, o Corinthians encontra dificuldade quando encara rivais fechados, que lhe obrigam tomar a iniciativa e propor o jogo. Na sua primeira vez em Itaquera, o time desperdiçou as poucas oportunidades que criou e permitiu ao adversário aproveitar uma das suas.

“Não merecemos perder, mas a gente já falou sobre essa questão da justiça no futebol. Às vezes, é para a gente. Desta vez, foi contra. Penso que a equipe poderia ser mais contundente, foi só em parte do jogo. Deixamos o adversário acomodado na estratégia que adotou. Temos que tirar o adversário dessa condição”, comentou o técnico.

Antes da volta a Itaquera, contra o mais ofensivo Cruzeiro, o Corinthians terá mais um compromisso com as características que lhe costumam causar problemas. Na noite de quarta, no Canindé, a equipe alvinegra vai enfrentar o Atlético-PR, que está em crise e atuará no contra-ataque.

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