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Nem "burro", nem "gênio", técnico do Timão confia na própria experiência

Marcos Guedes São Paulo (SP)

Mano Menezes foi bastante hostilizado após o empate do Corinthians com o Atlético-PR, há uma semana e meia. De lá para cá, o time quebrou um longo tabu no Recife goleando o Sport, venceu o líder Cruzeiro e ficou a um ponto da primeira posição. No processo, mudou o conceito sobre o gaúcho, que, se não é gênio, não é mais tão burro.

“Nenhum dos dois. Certamente, por ter chegado aqui, não posso ser muito burro. Ou não teria chegado. Mas também não sou um gênio que vai resolver o jogo em um passe de mágica ou com algo fora do normal. Acredito muito no trabalho”, afirmou o treinador.

“O técnico é importante, mas menos importante na ação direta sobre o jogo do que no gerenciamento de todas as questões que envolvem o futebol. Se eu fosse precipitado, teria mudado muita coisa da quarta anterior para a última. Essas mudanças teriam trazido mais problemas do que crescimento”, acrescentou.

Divulgação/Agência Corinthians
Mano vê na própria experiência uma fonte de tranquilidade na dificuldade (foto: Daniel Augusto Jr.)
De acordo com Mano, a rodagem no futebol e o conhecimento sobre o Corinthians, que já dirigiu anteriormente entre 2008 e 2010, fazem dele uma pessoa preparada para liderar a reformulação que se julgava necessária no clube. Foi por isso que, mesmo hostilizado após uma série ruim, viu possibilidade de recuperação.

“É a vantagem de ter técnicos mais experientes, que sabem como as coisas funcionam. Eu me enquadro nisso”, resumiu o gaúcho.

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