Futebol/Bastidores - ( )

Aidar nega privilégios e cita pedidos frustrados feitos à CBF

São Paulo (SP)

O presidente do São Paulo, Carlos Miguel Aidar, negou que tenha algum tipo de privilégio da CBF por já ter defendido a entidade máxima do futebol como advogado. Em entrevista ao programa Mesa Redonda, da TV Gazeta, no último domingo, o mandatário tricolor citou os pedidos negados que fez para sustentar seu argumento.

“Joguei contra o Corinthians em Barueri porque o Morumbi estava cedido para shows. Eu propus a inversão do mando, mas a CBF não me deu”, disse Aidar, que tentou, em vão, transferir o Majestoso válido pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro para a Arena Corinthians.

Aidar também lembrou a tentativa frustrada de inscrever Alan Kardec antes da Copa do Mundo e o pedido negado de liberação dos jogadores convocados pela Seleção Brasileira Sub-21 - Rodrigo Caio e Ademilson – para o jogo contra o Flamengo, pela quinta rodada do Brasileiro.

Sergio Barzaghi/Gazeta Press
O advogado Carlos Miguel Aidar sucedeu seu aliado Juvenal Juvêncio na presidência do São Paulo
“Não consegui registrar (o Alan Kardec) a tempo dessas partidas. Foi mais uma coisa que a CBF me negou. Às vezes dizem que sou o advogado da CBF e tenho facilidade, mas não tenho facilidade nenhuma. Só tive ‘não’ até agora dela. Tive ‘não’ no registro do Alan Kardec, na liberação dos atletas e na inversão do mando de campo. E nem sou mais advogado da CBF. Ou seja, ter sido advogado não adiantou coisa nenhuma”, afirmou.

No fim de 2013, quando Aidar ainda não tinha sido eleito, a CBF contratou o Aidar SBZ, escritório do mandatário são-paulino, para se defender no caso que culminou com o rebaixamento da Portuguesa para a Série B do Campeonato Brasileiro. Anteriormente, no ano de 2005, Aidar defendeu a entidade máxima do futebol brasileiro no escândalo de manipulação de jogos da primeira divisão nacional.

Publicidade

Publicidade


PublicidadePublicidade


Publicidade


Publicidade