Futebol/Campeonato Brasileiro - ( - Atualizado )

Torcedores voltam ira a Mano Menezes e pedem sua saída do Corinthians

Marcos Guedes São Paulo (SP)

Boa parte dos torcedores do Corinthians que foram ao Canindé assistir ao jogo contra o Atlético-PR já havia pedido no intervalo: “Vamos jogar bola, ô, ô, ô, ô!”. Ao apito final, com o empate por 1 a 1 cedido nos minutos derradeiros, a ira foi voltada a Mano Menezes: “Mano, c..., fora do Timão!”.

Os gritos foram fortes, partiram justamente do público que estava atrás do banco de reservas e ecoaram por vários setores do estádio, que recebeu 13.137 pagantes. Os jogadores deixaram o campo rapidamente, assim como o hostilizado comandante gaúcho.

As queixas não foram apenas técnicas. No intervalo – algo que seria repetido ao término da partida –, as reclamações feitas por torcedores organizados eram direcionadas ao presidente Mário Gobbi – que ouviu rimas semelhantes às endereçadas a Mano e foi chamado de “ladrão” – e a Andrés Sanchez.

Divulgação/Agência Corinthians
Mano Menezes ficou com a orelha quente ao fim do empate com o Atlético-PR (foto: Daniel Augusto Jr.)
Foram vários os coros para o ex-presidente alvinegro, responsável pelo estádio de Itaquera. O motivo dos protestos foi o preço dos ingressos na nova casa do clube, com bilhetes de R$ 50 a R$ 400 na estreia (R$ 35 a R$ 280, com o desconto para os sócios-torcedores).

Além do já tradicional “Andrés, aqui não tem burguês”, houve cantos como: “Doutor, eu não me encano, cinquenta conto é roubar corintiano”. “Alô, Andrés, preste atenção, o Fielzão é a casa do povão”, gritaram os torcedores, que ainda fizeram uma rima pedindo “ingresso mais barato pro povo sofredor”.

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