Futebol/Copa do Mundo - ( - Atualizado )

Ambiente na Espanha melhora e Pedro segura a ansiedade

Do correspondente Luiz Felipe Fagundes Curitiba (PR)

Em uma coletiva com clima mais descontraído no CT do Caju, reflexo do churrasco realizado a noite de domingo para celebrar a união do grupo em um momento de adversidade, a Espanha falou pela última vez com a imprensa em Curitiba antes da partida decisiva diante do Chile, no Rio de Janeiro, pela segunda rodada da primeira fase da Copa do Mundo. Bastante cotado para entrar no time titular, o atacante Pedro não esconde a ansiedade, e entra no clima de final.

“Temos a ansiedade, é uma verdadeira final. O Chile é uma equipe difícil, que joga com intensidade. Vamos nos preparar bem porque só teremos essa oportunidade”, disse o jogador, elencando os destaques do adversário. “Tem a profundidade e a intensidade do Vargas, a força dos laterais, e o Vidal pelo meio-campo. Será uma partida dura. É certo que será complicado, mas precisamos ganhar porque é nossa obrigação”, emendou.

Porém, quem mais preocupa é o meia Alexis Sánchez, velho conhecido dos espanhóis, mas que terá mais responsabilidades na seleção chilena do que no Barcelona, na avaliação do meia. “Acredito que sim, porque é o principal nome da equipe. É um grande jogador, faz muitos gols e fez uma grande temporada”, avaliou.

AFP
Pedro Rodríguez quer segurar a ansiedade para o duelo contra o Chile

Pedro não fugiu nos questionamentos sobre sua possível titularidade e a possibilidade de jogar no Maracanã, mas deixa a decisão para o técnico Vicente del Bosque, que já sinalizou com mudanças após a goleada sofrida diante da Holanda. “Trabalho para jogar sempre, todas a partidas, mas quem decide é o treinador. Todo jogador quer participar de todos os jogos da Copa, jogar no Maracanã. É um campo mítico, com muitas histórias. É um campo grande, bom para fazemos nosso jogo”, disse.

A escolha da fria capital paranaense por um time que jogaria em cidades mais quentes e no nível do mar como Salvador e Rio de Janeiro mais uma vez foi abordada, especialmente pela atuação no segundo tempo diante da Laranja. O meia, no entanto, minimizou a diferença climática. “O clima muda, mas não acredito que seja determinante. Temos que entrar na partida e fazer nosso jogo”, concluiu.

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