Futebol/Copa 2014 - ( - Atualizado )

Amistoso deixa forma de superar forte marcação como aprendizado

William Correia, enviado especial Goiânia (GO)

Apesar da goleada por 4 a 0 sobre o Panamá, nesta terça-feira, no Serra Dourada, a Seleção Brasileira teve dificuldades para superar a forte marcação adversária no início do amistoso. Os comandados de Luiz Felipe Scolari acreditam que foi um teste para o que poderá ocorrer também na Copa do Mundo.

“Foi um jogo difícil. No início, eles montaram duas linhas de quatro, e não conseguimos sair para o jogo. Mas soubemos ter paciência. Esperamos o momento certo para fazer o primeiro gol e deslanchar”, comentou o zagueiro David Luiz, para quem o Panamá propôs “aquele jogo amarrado, chato de assistir”.

Companheiro de zaga de David Luiz, já que Thiago Silva foi poupado, Dante concordou com a análise. “Tivemos dificuldades, mas foi um bom teste, pois será a mesma coisa na estreia. Precisaremos ter paciência, esperar a bola correr. Sabemos que temos algumas coisas para melhorar”, disse.

Djalma Vassão/Gazeta Press
Luiz Gustavo achou que a Seleção Brasileira errou muitos passes no princípio do amistoso
Para o volante Luiz Gustavo, é preciso errar menos passes. “Mas melhoramos no decorrer da partida, fomos nos soltando, até porque a equipe está bem entrosada”, ponderou. Já o lateral esquerdo Maxwell deu créditos à torcida goiana: “Com o apoio deles, a gente deu um jeito de o jogo ficar mais fácil”.

Se realmente alguns rivais do Brasil na Copa do Mundo utilizarem a mesma estratégia do Panamá, Dante avisou que a Seleção não poderá ter receio de arriscar. “Algumas equipes jogam adiantadas, deixando espaços nas costas da zaga. Então, temos que tentar uma ligação direta, forçar uma jogada, pois isso pode solucionar o jogo. Mas sabemos que a nossa filosofia é de bola no pé”, concluiu.

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