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Espanha faz treino leve em Curitiba. Tradutor rouba a cena.

Do correspondente Luiz Felipe Fagundes Curitiba (PR)

A seleção espanhola realizou nesta segunda-feira seu primeiro treino no CT do Caju, em Curitiba, marcando mais uma etapa da preparação para a Copa do Mundo de 2014. Após dias de verdadeiro dilúvio na capital paranaense, o sol resolveu dar as caras no exato momento em que os trabalhos tiveram inicio.

Menos de 24 horas após o desembarque no país, vindos de um amistoso diante de El Salvador, nos Estados Unidos, os jogadores não foram submetidos a uma carga pesada. Após uma leve corrida em volta de um dos oito campos de treinamento do CT, três grupos foram montados, disputando em entre sim, em perímetro reduzido, uma disputa em dois toques. Os goleiros permanecerem em separado.

Na primeira coletiva de imprensa em solo brasileiro, um dos escolhidos para falar foi o zagueiro Raúl Albiol. Pouco requisitado pelos jornalistas, o defensor do Napoli aproveitou para falar sobre faltas e cartões, relembrando uma reclamação das Copa das Confederações. “O Brasil fez muitas faltas, as seleções são assim. Temos que pensar em fazer nosso jogo, nosso melhor. Sabemos das faltas que não devemos fazer, das provocações que não devemos fazer”, disse.

AFP
Raúl Albiol se divertiu com a tradução equivocada durante a coletiva da Espanha. Foto: Lluis Gene.
Encontros e desencontros - Um dos destaques da coletiva, porém, ficou por conta da tradução das entrevistas, a cargo de Thomas Hecke, que roubou a cena. Em certo momento, os próprios jogadores, percebendo os equívocos e rindo, precisaram repetir ao profissional o que tentaram dizer. ‘Balón’, em uma pergunta sobre a bola do Mundial, virou ‘valor’.

David Silva, o outro entrevistado, explicou que prefere jogar por trás dos atacantes, como um meia. A tradução de Hecke, no entanto, mudou a formação tática da Fúria, colocando Silva, em suas palavras, como ‘um atacante avançado’.

Questionados sobre se existia alguma superstição em relação a cor da camisa a ser utilizada na estreia, mais confusão. Para o tradutor a pergunta se referia aos coletes e camisas utilizadas no treino. Albiol, no entanto, apenas garantiu que esse não será um problema. “Branco, vermelho ou preto, tanto faz. O que importa é vencer”, concluiu.

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