Futebol/Copa 2014 - ( - Atualizado )

Jô se candidata a bolas aéreas, mas fica satisfeito até no banco

Tossiro Neto Teresópolis (RJ)

O atacante Jô começa a Copa do Mundo com a consciência de que ocupa a reserva de Fred na Seleção Brasileira. Porém, o jogador tem esperança de ganhar cada vez mais oportunidades na equipe de Luiz Felipe Scolari, pois tem as jogadas aéreas como trunfo.

“Hoje, no futebol, você vê muitos campeonatos serem decididos em escanteios, faltas... Tendo jogadores altos, pode tirar proveito. É isso que o professor está tentando fazer. Com minha estatura, posso, se Deus quiser, ajudar”, afirmou.

Entre os jogadores de linha, Jô é o mais alto da Seleção, com 1,91m (abaixo apenas do goleiro Victor, com 1,95m). Mas o titular do ataque é Fred, de 1,86m, e o jogador do Atlético-MG promete não desanimar, já que tem satisfação até mesmo por aparecer no banco do time de Felipão.

“Primeiro, penso em fazer um bom trabalho. Aqui, são 23 jogadores qualificados, prontos para, a qualquer momento, fazer bons jogos. O Felipão está bem servido, e quem jogar tem que dar o melhor. Penso em ajudar. Se for começando no banco ou entre os 11, só de estar aqui já é uma satisfação muito grande”, comentou.

Fernando Dantas/Gazeta Press
Jô é reserva de Fred na Seleção Brasileira e se mostra satisfeito por fazer parte do grupo
A três dias da estreia na Copa do Mundo, Jô acha possível até jogar junto com Fred, caso a Seleção Brasileira encontre uma partida mais difícil. “Quem vai decidir é o professor Felipão, mas, devido à circunstância do jogo, em uma situação adversa, perdendo ou empatando, de repente dois jogadores fixos seria uma boa possibilidade. Eu me imagino ajudando. De que maneira, ainda não sei, mas estou pronto”.

O atacante quer deixar claro que estará à disposição do técnico para qualquer situação e lembra a lição do ano passado, quando foi chamado para a Copa das Confederações só depois do corte de Leandro Damião, que estava na lista inicial.

“Tenho de estar preparado, porque jogador vive de oportunidades. Há pouco tempo, tive uma situação parecida, sendo chamado para a Copa das Confederações. Se não estivesse concentrado e preparado, acho que não teria conseguido fazer um bom torneio”, encerrou.

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