Futebol/Campeonato Brasileiro - ( - Atualizado )

Oswaldo cobra reação de Geuvânio, mas pede calma

Do correspondente Tiago Salazar Santos (SP)

A pausa no Campeonato Brasileiro será fundamental para o Santos recuperar tantos jogadores contundidos que têm atormentado o técnico Oswaldo de Oliveira. Mas para um atleta em especial a parada não poderia vir em melhor hora.

Geuvânio surgiu como uma das grandes promessas da famosa base santista, assumiu a camisa 10 no Campeonato Paulista e chegou a concorrer ao prêmio de melhor jogador do Paulistão.

No entanto, o jogador não tem conseguido desempenhar o mesmo futebol no Campeonato Brasileiro e já começa a ser cobrado, inclusive pelo próprio treinador, que deixou Geuvânio no banco de reservas contra o Criciúma, colocando o atacante em campo apenas no segundo tempo, no último domingo.

“Natural, cada pessoa e jovem tem uma reação, ele não está em um momento de equilíbrio, é natural que aconteça. Se ele não reagir vai perder oportunidades, por isso fui veemente com ele, porque ele é um talento, preciso que ele esteja na plenitude para dar conta do recado”, avisou Oswaldo de Oliveira.

Divulgação
Geuvânio ainda não conseguiu engrenar no Campeonato Brasileiro e vem sendo cobrado pela torcida
Geuvânio começou a perder espaço com a entrada de Lucas Lima no meio de campo. Mas a expulsão infantil do jovem jogador contra o Flamengo, fez com que seu espaço no time ficasse comprometido de vez. Mesmo assim, o técnico pede calma com as críticas para que um talento não precoce não seja desperdiçado.

“O nível dos adversários interfere diretamente, sempre disse que nós precisamos saber administrar isso, jogar com essa adversidade. Ocorre que só quem saiu para Feira de Santana e veio pra cá sabe como dosar isso. Ninguém resiste a esse tipo de coisa. Vocês (jornalistas) têm que ser mais comedidos nas críticas, avaliar melhor para não ser esdrúxulos como tem sido. Eu vi na quarta um jogo excelente entre Fluminense e Atlético-PR e, no sábado, essas equipes não mantiveram essa alternância”, disse o técnico, mais uma vez reclamando do excesso de jogos.

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