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Mano Menezes reclama da arbitragem em empate e defende zaga

São Paulo (SP)

O técnico Mano Menezes não gostou do desempenho do árbitro Anderson Daronco no empate do Corinthians por 1 a 1 contra o Bahia, na noite deste sábado. O treinador reclamou de um impedimento no gol marcado por Kieza e não gostou também dos critérios adotados nesta partida do Campeonato Brasileiro.

“Quando é ao nosso favor, falam que somos muito favorecidos. Embora não goste muito, tenho que pontuar isso, até para não deixar passar em branco, porque minha defesa marca muito bem a bola parada. Quando fazemos bem feito e a arbitragem erra, tenho de mencionar”, afirmou.

Apesar de ter reconhecido que seu time não teve uma grande atuação, o treinador contestou ainda as constantes paralisações feitas pelo árbitro no estádio em Itaquera. “É muito difícil impor ritmo, e o árbitro ficava parando. Não foram em todos os momentos que fizemos bem nossa parte, mas, quando fizemos, caía alguém ou paravam o jogo. Tenho só esse adendo, já que está na moda o adendo”, comentou.

A declaração do adendo faz alusão ao clássico contra o Santos, na rodada passada do Brasileirão, quando Petros foi flagrado pelas câmeras de TV empurrando o árbitro, que só relatou o caso na súmula posteriormente.

Sergio Barzaghi/Gazeta Press
Mano Menezes fez várias críticas ao árbitro e contestou o lance do gol do adversário
Já neste sábado, o Corinthians não conseguiu impor uma pressão constante contra o Bahia. Depois de ter saído atrás no placar, no gol tão contestado por Mano Menezes, o Alvinegro empatou ainda no primeiro tempo, mas não virou no segundo tempo. Para o treinador os critérios de Daronco dificultaram a evolução do Timão em campo.

“O árbitro veio e picotou o jogo o tempo inteiro, e essa não é a maneira que queremos para uma partida. Ele ficou 30 segundos falando com técnico e ficou conversando em bola parada para avisar que não podiam agarrar, mas, se alguém estiver agarrando, tem de marcar pênalti. Ele também deu faltas fora do padrão. Depois, não adianta acrescentar cinco minutos, não é esse o padrão de arbitragem”, acrescentou Mano.