Futebol/Copa Sul-Americana - ( - Atualizado )

Treinador do Goiás vê derrota injusta e reclama de tempo acrescido

Rio de Janeiro (SP)

O paraguaio Enrique Cáceres sinalizou cinco minutos de acréscimo no final do jogo, mas ainda assim não agradou Ricardo Drubscky. O treinador do Goiás viu sua equipe marcar o gol de honra justamente nos descontos, mas alega que a derrota para o Fluminense, por 2 a 1, no Maracanã, foi injusta. O motivo de maior reclamação é a postura adotada pelos cariocas na etapa complementar para gastar tempo.

Depois de abrir 2 a 0 no marcador, até com certa facilidade, o Fluminense poderia dar um passo importante rumo à classificação, mas, aos 14 minutos do segundo tempo, o goleiro Klever cometeu falta fora da área e foi expulso. O Goiás aproveitou a superioridade numérica, pressionou até o fim, não desistiu, e consegui descontar já aos 18 da etapa final.

“Este gol no final vem dar um ‘alentozinho’ diante deste grande esforço que a gente teve. No segundo tempo, apenas o Goiás jogou, então nós merecíamos mais, em um jogo como este, no mínimo, éramos para ter empatado”, analisou o treinador Ricardo Drubscky, que, na sequência da entrevista coletiva, reclamou do tempo acrescido pelo árbitro paraguaio.

“Deveríamos ter pelo menos mais uns quatro minutos de acréscimo. Quando começarmos a descontar o tempo real que se gasta com o tempo de catimba, vamos melhorar o futebol brasileiro. No lance da expulsão do goleiro, eu parei o meu relógio, e foram mais de quatro minutos de paralisação. Era no mínimo dez minutos de prolongamento”, analisou o comandante esmeraldino.

Apesar das reclamações de Ricardo Drubscky, o Goiás não deixa o Rio de Janeiro em situação muito complicada. Mesmo com a derrota por 2 a 1 fora de casa, o time esmeraldino precisa de uma simples vitória por 1 a 0 diante da sua torcida, no Serra Dourada, para garantir classificação. O segundo jogo do confronto está marcado para a próxima quarta-feira, às 22 horas (de Brasília).