| Fim do “fantasma”
do Palestra também marca conquista
Foto: Marcelo Ferrelli/Gazeta
Press |
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| Torcida do Palmeiras, no
Palestra: agora é festa |
A conquista do título paulista pelo Palmeiras contou
com um personagem que não marcou gols, não sofreu
faltas e não fez defesas extraordinárias, mas
teve importância equiparada a do goleiro Marcos, do
meia Valdívia ou do atacante Alex Mineiro: o Palestra
Itália.
Antes considerado “vilão” e temido pelos
“fantasmas” que assombravam o Palmeiras em decisões
e eliminações traumáticas (Asa e Ipatinga,
ambas pela Copa do Brasil, entre outras), o Jardim Suspenso
foi um aliado da equipe neste início de temporada.
Fechado para reformas, o estádio foi utilizado pela
primeira vez somente contra o Rio Preto, na 11ª rodada,
dia 23 de fevereiro. O empate por 1 a 1 chegou a ameaçar
ressuscitar o velho fantasma, mas ficou apenas na ameaça.
Nas outras cinco partidas que disputou em seu campo no Paulistão,
o Palmeiras foi mortal e passou por cima dos adversários:
venceu Ponte Preta (2 a 1 na fase classificatória e
5 a 0 na segunda decisão), Portuguesa (1 a 0), São
Caetano (3 a 1) e São Paulo (2 a 0) , para alegria
do técnico Wanderley Luxemburgo, um apaixonado declarado
pelo Jardim Suspenso.
“Jogar em casa tem que ser um privilégio. Somos
muito fortes aqui, principalmente comigo”, repetiu o
treinador, antes de cada vitória conquistada diante
dos apaixonados torcedores, que sempre lotaram o Palestra
e empurraram o time para cima dos adversários.
O Paulistão 2008 também consagrou o técnico
Wanderley Luxemburgo como o maior vencedor da história
do Palmeiras dentro do Palestra Itália. O jogo contra
a Ponte Preta foi o 102º de Luxa no comando do Alviverde
dentro do Jardim Suspenso. O aproveitamento nesses jogos foi
excepcional: 87,8%, conquistados com 85 vitórias, 13
empates e somente quatro derrotas. Em jogos válidos
por Campeonatos Paulistas, o treinador segue invicto no comando
do Alviverde dentro do Palestra.
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