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Conheça o balanço dos treinadores
sobre a participação de suas equipes na Superliga
Feminina:
Luizomar Moura (Campos)
"Sem desmerecer as outras equipes, principalmente o Rexona
e o MRV/Minas, fiquei com o sentimento de que a participação
do meu time poderia ter sido melhor. Alternamos altos e baixos
e perdemos jogos que, teoricamente, deveríamos ter ganho.
Essa oscilação foi fatal. Mas não vou ficar chorando não.
Essa é uma página virada. Agora é trabalhar para entrar no
segundo turno a todo vapor".
Antônio Rizzola (MRV/Minas)
"O início da Superliga para o MRV/Minas foi difícil, já que
algumas jogadoras estavam voltando de contusões da pré-temporada.
Apesar das três vitórias seguidas logo no começo, eu sentia
que estávamos vencendo, mas não convencendo e que sofríamos
com a falta de ritmo dessas atletas. Conseguimos nos recuperar
nessa reta final e atingimos o equilíbrio entre o saque, o
bloqueio, a defesa e o ataque, com Pirv, Elisângela e Érika".
Hélio Griner (Rexona)
"A equipe se encontrou dentro do primeiro turno. A dificuldade
para definir a formação ideal do time foi grande no início,
mas logo atingimos uma consistência de jogo. evoluímos e corremos
por fora".
Aírton Nascimento (Macaé Sports/Nuceng)
"Nos saímos bem em algumas partidas e fizemos feio em outras,
como contra o BCN/Osasco (3 a 0) e Campos (3 a 0). Espero
reeditar as nossas vitórias no segundo turno e jogar melhor
contra os times favoritos".
José Roberto Guimarães (BCN/Osasco)
"Tivemos um bom começo, mas os problemas de contusão prejudicaram
os treinamentos e as três últimas partidas. Nossa preocupação
hoje é zerar esses contratempos e partir para o segundo turno
com tudo. O objetivo do grupo é estar entre os quatro na fase
final".
William Carvalho (Açúcar União São
Caetano)
"A minha proposta inicial era diminuir o distanciamento entre
o meu time e aqueles considerados favoritos. Acho que consegui
implantar a minha filosofia de trabalho e fazer com que as
jogadoras confiassem nela. Crescemos bastante e agora passamos
a ter chances reais de classificação".
Farid Beraldo (Buettner Vôlei)
"Sentimos um pouco de falta de ritmo por não havermos participado
do Grand Prix. Mas apesar das limitações técnicas, nossa equipe
cresceu durante o campeonato. Conseguimos boas apresentações,
principalmente dentro de casa. Agora precisamos acreditar
nesse returno".
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