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26/09/2002
Mística de Bernardinho anima jogadores

Foto Fotocom/Divulgação
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Taça da Liga Mundial em 2001 foi a mais importante conquista de Bernardinho

Enquanto a bruxa andou solta nas últimas semanas, a esperança do Brasil se voltou para a mística do bom retrospecto do técnico Bernardinho no comando da seleção masculina de vôlei. Desde que assumiu a equipe, o Brasil jamais ficou fora de uma final nas dez competições que participou.

Em oito dos torneios, o país levantou o título, como foi o caso da Liga Mundial do ano passado. A superstição é a grande motivação dos jogadores para repetir o sucesso de 1982 no Mundial da Argentina, que começa neste sábado.

"Estamos confiantes em uma final. Chegamos nas decisões de todos os torneios. Espero que agora não seja diferente", comenta o ponta Giba, que disputa o seu segundo Mundial. Para o meio-de-rede Gustavo, a confiança do time está muito alta. "Sabemos que podemos chegar lá, apesar da competição estar muito equilibrada", avalia.

Para o oposto André Nascimento, a superstição está ajudando a equipe a vencer o momento difícil, provocado pela série de contusões. "Muita gente saiu contundida, mas o fato de termos chegado na final de todas as competições com o Bernardo nos motiva. A motivação é muito grande e vamos seguir o nosso trabalho", explica.

Com a experiência de quem atuou na Itália e no Japão, o ponta Nalbert vai até mais longe e promete a conquista de uma medalha. "Nossa meta é chegar na final. Queremos uma medalha de qualquer forma e vamos fazer de tudo para chegar lá. Depois, na final, é outra história", promete.

O técnico Bernardinho aponta que o time precisa jogar muito em todas as partidas, caso queira atingir o seu objetivo. "Temos de entrar bem e todas as peças precisam funcionar. Não adianta ficar jogando a responsabilidade em um jogador. Temos um elenco competitivo e podemos chegar bem".

Sobre a superstição, o treinador prefere manter a cautela. "É lógico que isso nos beneficia e é um ponto positivo a ser explorado, mas se não jogarmos, não ganharemos nada".

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