| Foto Fotocom/Divulgação |
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| Taça da Liga Mundial em 2001 foi a mais importante
conquista de Bernardinho |
Enquanto a bruxa andou solta nas últimas semanas, a esperança
do Brasil se voltou para a mística do bom retrospecto do técnico
Bernardinho no comando da seleção masculina de vôlei. Desde
que assumiu a equipe, o Brasil jamais ficou fora de uma final
nas dez competições que participou.
Em oito dos torneios, o país levantou o título, como foi
o caso da Liga Mundial do ano passado. A superstição é a grande
motivação dos jogadores para repetir o sucesso de 1982 no
Mundial da Argentina, que começa neste sábado.
"Estamos confiantes em uma final. Chegamos nas decisões
de todos os torneios. Espero que agora não seja diferente",
comenta o ponta Giba, que disputa o seu segundo Mundial. Para
o meio-de-rede Gustavo, a confiança do time está muito alta.
"Sabemos que podemos chegar lá, apesar da competição estar
muito equilibrada", avalia.
Para o oposto André Nascimento, a superstição está ajudando
a equipe a vencer o momento difícil, provocado pela série
de contusões. "Muita gente saiu contundida, mas o fato de
termos chegado na final de todas as competições com o Bernardo
nos motiva. A motivação é muito grande e vamos seguir o nosso
trabalho", explica.
Com a experiência de quem atuou na Itália e no Japão, o
ponta Nalbert vai até mais longe e promete a conquista de
uma medalha. "Nossa meta é chegar na final. Queremos uma medalha
de qualquer forma e vamos fazer de tudo para chegar lá. Depois,
na final, é outra história", promete.
O técnico Bernardinho aponta que o time precisa jogar muito
em todas as partidas, caso queira atingir o seu objetivo.
"Temos de entrar bem e todas as peças precisam funcionar.
Não adianta ficar jogando a responsabilidade em um jogador.
Temos um elenco competitivo e podemos chegar bem".
Sobre a superstição, o treinador prefere manter a cautela.
"É lógico que isso nos beneficia e é um ponto positivo a ser
explorado, mas se não jogarmos, não ganharemos nada".
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