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26/09/2002
Saque e bloqueio preocupam time brasileiro

Foto Djalma Vassão/Gazeta Press
Foto  Gazeta Press
Rodrigão estréia em Mundiais com missão de melhorar o deficiente bloqueio do time

Com uma média de altura de apenas 1,94m, o Brasil tem um dos elencos mais baixos do Mundial Masculino de Vôlei, que começa neste sábado na Argentina. Para vencer esta dificuldade, o Brasil terá de depender muito do bom aproveitamento do saque durante as partidas. O serviço e o bloqueio são as reclamações mais freqüentes de Bernardinho aos seus comandados, que intensificaram os treinos nas últimas semanas nestes dois itens.

"Treinamos muito saque e bloqueio. A combinação bloqueio-defesa e o posicionamento dos jogadores. Tentamos melhorar ao máximo isso, pois são os pontos fracos do time", explica o técnico, que reclamou bastante do aproveitamento do saque e do bloqueio durante a final da Liga Mundial, quando o Brasil foi derrotado pela Rússia por 3 sets a 1.

Para o treinador, o serviço tem importância fundamental na decisão de uma partida. "Com a nova regra, os times ficaram próximos demais. Se você adotar uma tática suicida, você pode ganhar uma partida, com esta nova situação. Temos de encaixar bem o saque, se quisermos alguma coisa no Mundial", analisa.

O meio-de-rede Rodrigão afirmou que o posicionamento da defesa foi o ponto mais trabalhado durante o período de treinamento. "Houve falhas em bolas fáceis nos últimos jogos e trabalhamos o posicionamento dos braços. Fizemos os treinos com uma técnica um pouco melhor e corrigir as falhas no bloqueio", explica.

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