| Foto Djalma Vassão/Gazeta Press |
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| Rodrigão estréia em Mundiais com missão
de melhorar o deficiente bloqueio do time |
Com uma média de altura de apenas 1,94m, o Brasil tem um
dos elencos mais baixos do Mundial Masculino de Vôlei, que
começa neste sábado na Argentina. Para vencer esta dificuldade,
o Brasil terá de depender muito do bom aproveitamento do saque
durante as partidas. O serviço e o bloqueio são as reclamações
mais freqüentes de Bernardinho aos seus comandados, que intensificaram
os treinos nas últimas semanas nestes dois itens.
"Treinamos muito saque e bloqueio. A combinação bloqueio-defesa
e o posicionamento dos jogadores. Tentamos melhorar ao máximo
isso, pois são os pontos fracos do time", explica o técnico,
que reclamou bastante do aproveitamento do saque e do bloqueio
durante a final da Liga Mundial, quando o Brasil foi derrotado
pela Rússia por 3 sets a 1.
Para o treinador, o serviço tem importância fundamental
na decisão de uma partida. "Com a nova regra, os times ficaram
próximos demais. Se você adotar uma tática suicida, você pode
ganhar uma partida, com esta nova situação. Temos de encaixar
bem o saque, se quisermos alguma coisa no Mundial", analisa.
O meio-de-rede Rodrigão afirmou que o posicionamento da
defesa foi o ponto mais trabalhado durante o período de treinamento.
"Houve falhas em bolas fáceis nos últimos jogos e trabalhamos
o posicionamento dos braços. Fizemos os treinos com uma técnica
um pouco melhor e corrigir as falhas no bloqueio", explica.
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