| O atual campeão da Superliga feminina
de vôlei, o Minas, abre a competição neste
sábado, jogando fora de casa, contra o Macaé.
O time mineiro vai buscar o bicampeonato sem contar com sua
principal jogadora, a atacante romena Pirv. "Estamos felizes
por defender o título, mas preocupados, porque temos
de nos enquadrar em novos moldes de jogo. Como eu não
gosto de lamentar o que perdi mas sim valorizar o que tenho,
vou tentar manter um time homogêneo", diz o técnico
Antônio Rizolla.
Para ele, a equipe que leva vantagem na disputa é
a de Osasco, bicampeã paulista. Favoritismo justificado
pelas estrelas que compõem o time paulista, entre elas
Virna e Fernanda Venturini, mas rejeitado pelo treinador José
Roberto Guimarães. "Sou contra favoritismo e acho
que a disputa será marcada pelo equilíbrio.
Somos apenas mais um candidato ao título. E se temos
grandes jogadoras, os outros também têm a Fofão,
a Marcelle", compara, referindo-se respectivamente às
levantadoras do Minas e do São Caetano, que foi vice
no paulista.
O time de Osasco chega credenciado não apenas pelo
bicampeonato no estadual, mas também pelo bi na Salonpas
Cup e pelo hexa nos Jogos Abertos do Interior. Apesar disso,
o time, que disputa a Superliga desde sua primeira edição,
nunca conquistou o título. Na última temporada
foi vice, repetindo os resultados de 94/95 e 95/96.
O time de Campos também chega credenciado na disputa.
Só nos últimos dois meses, venceu a Supercopa
e o Grand Prix vôlei Brasil. Da seleção
brasileira, o grupo traz a experiência da meio-de-rede
Karin Rodrigues e do técnico Luizomar de Moura, que
é assistente do treinador da seleção,
Marco Aurélio Motta. "No começo do ano
ninguém acreditava na gente, mas depois dos títulos
a história mudou e mostramos que podemos brigar com
os grandes", diz Luizomar, que pretende chegar à
semifinal mais uma vez. Seu time terminou em quarto lugar
na última temporada.
Outra equipe do Rio, o Macaé, também acumulou
títulos em 2002. O da Copa Brasil adulto, do campeonato
brasiliense adulto, dos Jogos Abertos Brasileiros, além
do vice na Copa Sudeste e no estadual adulto. O grupo que
terminou em quinto lugar na última edição
da Superliga perdeu nove jogadoras e foi reestruturada. Nada
que reduza as expectativas do técnico Airton Nascimento.
"Sofremos uma mudança com relação
ao grupo anterior e, como em toda mudança, é
preciso recomeçar o trabalho. Nosso objetivo é
estar entre os cinco primeiros colocados novamente."
A mistura de experiência e juventude favorece o Rexona,
duas vezes campeão. De um lado, o grupo tem as campeãs
mundiais juvenis Sassá e Juliana Costa, do outro, Walewska
e Raquel, bronze nas Olimpíadas de Sidney/00. E nos
bastidores, continua contando com as orientações
de Bernardinho, que já comandou a equipe (hoje de Hélio
Griner) e agora está na seleção masculina.
A equipe estreante é a de São José dos
Campos, que venceu a Liga Nacional. Como há apenas
oito equipes na disputa feminina, pelo regulamento da Confederação
Brasileira todas já estão classificadas para
as quartas-de-final, mesmo tendo de se enfrentar em turno
e returno na fase inicial, apenas para definir a colocação.
Os melhores terão vantagem no mando de quadra para
as fases seguintes. "Essa escolha será importante
e é por ela que os times irão brigar",
diz Rizzola, do Minas, para completar. "Pergunta para
o técnico do Osasco se ele quer fazer uma final no
Mineirinho", provoca.
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Horário
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Sábado, 30 de novembro de 2002 -
1ª rodada
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17h
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Macaé/Nuceng
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x
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MRV/Minas
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16h
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Rexona
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x
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Automóvel Clube/Campos
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Horário
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Domingo, 1º de dezembro de 2002 -
1ª rodada
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12h15
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BCN/Osasco
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x
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Açucar União
São Caetano |
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Horário
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Terça, 3 de dezembro de 2002 - 1ª
rodada
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20h
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Blue Life/Pinheiros
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x
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Cadsoft/T.C. São José |
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