| Foto Gazeta Press |
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O basquete é um dos esportes mais populares do mundo, com cerca
de 100 milhões de praticantes e um número enorme de admiradores.
Em alguns países, como nos Estados Unidos, este esporte é considerado
o número 1 na preferência das pessoas.
O símbolo maior deste esporte é a NBA, o campeonato nacional norte-americano.
Por esta competição passaram vários dos maiores craques que o basquete
já viu, como Michael Jordan, Kareem Abdul-Jabbar, Wilt Chamberlain,
Magic Johnson, Larry Bird e Hakeem Olajuwon. Tudo isso faz dos Estados
Unidos a maior potência do basquete mundial.
O Brasil já teve também os seus momentos de glória nesta modalidade,
conquistando dois campeonatos mundiais no masculino e um no feminino.
Além disso, o basquete já trouxe quatro medalhas olímpicas para
o nosso país: três de bronze (no masculino, em 48, 60 e 64) e uma
de prata, conquistada em 96 pela equipe feminina.
História recente
Criado há pouco mais de 100 anos, o basquete é um esporte muito
recente se comparado com outras modalidades, já que suas origens
não tem qualquer ligação com outro esporte disputado na história
da humanidade.
Tudo começou quando um canadense que residia nos Estados Unidos,
James Naishmith aceitou, em 1891, o desafio de criar um esporte
que pudesse ser disputado dentro de um ginásio para que os alunos
da Faculdade de Springfield, em Massachussets, pudessem ter outra
atividade durante o rigoroso inverno além de ginástica.
Para atender às necessidades dos alunos, Naishmith logo chegou à
conclusão que tal esporte deveria contar com a participação de várias
pessoas, adaptável a qualquer espaço e também ser fácil de aprender,
para atrair o interesse das pessoas. Naishmith estava quase desistindo
quando surgiu a idéia de pendurar dois cestos de pêssego no alto
e arremessar uma bola semelhante à de futebol.
O basquete entrou para as Olimpíadas em 1936, em Berlim, mas já
havia sido disputado como esporte de exibição em Saint Louis, em
1904. As mulheres entraram na disputa apenas em 72, em Montreal.
O domínio do basquete masculino nos Jogos é todo dos Estados Unidos,
que conquistou a medalha de ouro nada menos que 12 vezes nas 15
competições já realizadas. Só não venceu em 1980, quando não foram
a Moscou, e em 72 e 88. Tal supremacia se intensificou a partir
de 92, quando o torneio foi aberto aos profissionais e as estrelas
da NBA passaram a disputar os Jogos.
Sistema de disputa nas Olimpíadas
Tanto no masculino como no feminino, o torneio olímpico tem 12
seleções participantes. Estas serão divididas em dois grupos com
seis equipes cada, sendo que todas se enfrentam dentro de suas chaves.
Os quatro melhores de cada grupo passam para as quartas-de-final,
nas quais os confrontos acontecem no chamado "cruzamento olímpico",
onde jogam o 1º de um grupo contra o 4º de outro e 2º de um contra
o 3º do outro. Os vencedores se enfrentam nas semifinais. Quem ganhar
na semi, disputa a medalha de ouro; quem perder, joga pelo bronze.
Como se joga
Os jogos de basquete organizados pela Fiba possuem dois tempos de
vinte minutos cada, sendo que o cronômetro só é acionado quando
a bola estiver em jogo. Além disso, cada equipe possui dez segundos
para ultrapassar a metade da quadra ao sair da defesa e 30 segundos
para arremessá-la à cesta, sendo punida com a perda da posse de
bola se ultrapassar este limite.
O sistema de pontuação é bastante simples: cada cesta cujo arremesso
foi feito depois da linha dos três pontos vale dois pontos. Os arremessos
convertidos antes desta linha valem três. Cada lance livre vale
um ponto.
Não há empates no basquete. Se a partida terminar com igualdade
no placar, será realizada uma prorrogação com tempo único de 5 minutos.
Persistindo o empate, outra prorrogação é feita, até que uma das
equipes saia vencedora.
Já o número de alterações é ilimitado. Desta maneira, o técnico
pode utilizar seus 12 atletas (5 em quadra e 7 no banco) a qualquer
momento. O jogador só pode cometer cinco faltas individuais,
sendo automaticamente substituído após esse limite.
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